Amigos do jazz + bossa

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O LEGADO DA CONFISSÃO



O sono desapareceu

E a madrugada transcorre sob as bênçãos da bondade leviana

Sem beleza ou verdade,

É ela apenas uma insensata forma de expiação

O inócuo anteparo da morte

A lantejoula que adorna o traje severo dos anos

Visto o meu manto salpicado de hera

E em meio a golfadas e oferendas

Escuto rumores sobre brevidade tragicômica da existência

O sono postergado é como a fome interrompida 

É como o brilho opaco de uma manhã sem sol

Recolho-me à angústia que revira o estômago,

E caminho a esmo, murmurando o cântico vazio

A chuva intermitente pune a minha trajetória perplexa

Avoco para mim a dissidência íntima

O desacordo frente a mim mesmo,

O fogo fátuo perece no âmago da penumbra furiosa

Fazendo gritar em mim a inocência impura

Resistir é esquecer

E me resguardo com a empáfia do burocrata.

Que venham a brutalidade e a desordem!

Que venham até o cais os barcos incendiados!

É preciso que se dê nome aos dias e às noites

Hoje é necessário que a tranqüilidade seja humilhada

É preciso dar um basta à quietude

Os reféns do desejo, os hóspedes da vontade

É preciso vê-los arder,

Impõe-se agora silenciar a canção da glória

Escarrar na face da sutileza

Engravidar de ódio os modos gentis

Somente quando os escalpos tremularem sob os céus de abril

E o sangue preencher os sulcos do caminho

A nossa desconfiança será justificada

Esmagar os cacos da sabedoria,

Vergastar a polidez e a virtude,

Compreender o inominável...

Não, não haveremos de ser caridosos

Nem responderemos ao chamado da hora mínima

O beijo de Caim, a sedução do pária

Manterão abrandado o coração exangue

Embebedemo-nos na lógica absurda da nossa animalidade

Celebremos a hipocrisia outonal, os disfarces enrugados

E quando as entranhas quedarem expostas

E o alumbramento for o reverso da penitência

Quebraremos o aquário onde moram os homens

Ouçamos, então, o barulho nefando dos rabiscos na areia

Atentemos para a dicção dos mentecaptos

Ouçamos seu discurso amorfo,

Sua loquacidade vívida sobre o nada...

O meu tempo é vão e corre amordaçado

Suplico pela desatenção emprestada

E retribuo com a incontinência da verdade

Ah! caminho inexato,

Percorro-te qual um espelho de sombras

Sou fóssil desperto pela textura dos faróis

Vivente desolado e titubeante

Com as mãos estendidas para o trapézio

Cuja rede ausente é o quanto há por demais em mim


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Salvatore “Sal” Nistico, o robusto saxofonista tenor norte-americano, nasceu na cidade de Syracuse, estado de Nova Iorque, no dia 02 de abril de 1938. Tinha apenas 09 anos de idade quando iniciou seu aprendizado e sua prática no sax alto. Em 1954, quando contava com 16 anos, mudou para o sax tenor, instrumento com o qual iniciou a carreira profissional, tocando em diversos grupos de “rhythm & blues” da Costa Leste.

Nistico ganhou notoriedade no mundo do jazz graças ao patrocínio de dois dos maiores expoentes do sax tenor: Sonny Rollins e Gene Ammons, admiradores confessos do seu estilo e, curiosamente, duas de suas influências mais perceptíveis. Outros saxofonistas também foram bastante importantes em sua formação, especialmente os tenoristas Vido Musso  e Sonny Stitt, além do indefectível Charlie Parker.  

Em 1959 ingressou no grupo “The Jazz Brothers”, liderado pelos irmãos Chuck (trompetista e compositor) e Gap (pianista e arranjador) Mangione. Em 1962, Sal foi contratado pelo bandleader Woody Herman, para ser o principal solista da sua orquestra. Honrando a tradição de sempre contar com tenoristas de primeira linha, Woody recrutou o jovem Nistico para ocupar o lugar que pertenceu a luminares como Flip Phillips, Stan Getz, Zoot Sims, Al Cohn, Gene Ammons e Billy Mitchell. O jovem de apenas 22 anos permaneceu ali até 1965, quando integrou-se à “máquina de swing” de Count Basie.

A associação com Basie durou apenas cinco meses, mas foi de extrema valia. Nistico aparece no documentário “Count Basie And His Orchestra”, produzido para a televisão pela “20th Century Fox” em 1965, para série sobre “big bands”.  Na ocasião a banda de Basie contava com Sam Noto, Marshall Royal, Bobby Plater, Al Grey, Freddie Green e o “mágico” baterista Sonny Payne, entre outros. Foi ali também que Sal conheceu o arranjador Sammy Nestico, de quem era primo distante.

Sal estreou como líder em “Heavyweights” (Jazzland, 1961), acompanhado por Nat Adderley (trompete), Barry Harris (piano), Sam Jones (contrabaixo) e Walter Perkins (bateria) e considerada uma das suas melhores gravações. Apesar de bastante jovem – sequer havia completado 23 anos – ele se mostra bastante à vontade no papel de líder da sessão e não se deixa intimidar pela presença de músicos bem mais experientes.

No ano seguinte, foi a vez de “Comin’ On Up”, cujas gravações foram realizadas no dia 17 de outubro de 1962 e que foi lançado pela Riverside. A seu lado, o trompetista Sal Amico, o pianista Barry Harris, o contrabaixista Bob Cranshaw e o baterista Vinnie Ruggiero. A produção ficou a cargo de Orrin Keepnews, que também havia produzido o álbum anterior.

O disco abre com “Cheryl”, composição de Charlie Parker executada com uma vitalidade quase brutal pelo quinteto. Tudo aqui conspira para tornar sua audição um memorável acontecimento, desde a vigorosa pulsação imposta por Ruggiero até os arrojados solos de Harris, um mestre no idioma bop. Nistico elabora uma abordagem complexa, conjugando muita física com fluência de idéias, mostrando que não estava imune à grandiosa influência de Coltrane.

“Ariescene” é um tema de autoria de Paul Fontaine, interpretado em tempo médio, com uma atuação hipnótica do líder, que navega nas águas do post-bop com competência e autoridade. Em seguida, é a vez de “By Myself”, uma canção pouco conhecida da dupla Arthur Schwartz e Howard Dietz, onde brilham o elegante Harris e o irrequieto Amico.

Compositor inventivo, o líder comparece com a tórrida faixa tema e com a não menos empolgante “Samicotico”. A primeira é um bebop rápido e fumegante, com citações a “Cherokee” e um duelo arrebatador entre Nistico e seu xará Amico. A segunda incorpora elementos da música afro-caribenha, especialmente o mambo, e faz um amálgama com as harmonias enviesadas do bebop. Nesta, vale destacar o dedilhado hipnótico de Harris, que mergulha na tradição cubana e sacoleja com extrema perícia e malemolência.

A interpretação de “Easy Living”, gema de autoria de Leo Robin e Ralph Rainger, é emotiva e cálida, mostrando o lado sentimental do saxofonista, capaz de imprimir beleza e lirismo nas baladas, sem jamais entregar-se ao “fácil” ou ao pastoso. A atuação de Harris também deve ser ouvida com bastante cuidado, especialmente por conta da delicadeza do seu fraseado.

Para encerrar, um petardo da lavra de Miles Davis, “Down”, um blues pesado e musculoso, veículo mais que propício para a sonoridade encorpada e profunda de Nistico. Para alegria dos jazzófilos, “Comin’ On Up” foi lançado em cd, reunindo na mesma edição o não menos brilhante “Heaviweights”. A nota triste fica por conta da exclusão de “Just Friends”, que consta da versão em LP de “Heavyweights”, por falta de espaço no cd.

Após sua saída da orquestra de Count Basie, Sal resolveu tentar a sorte na Europa, estabelecendo-se na Suécia. Mas voltou a atuar, em diversas ocasiões, com o ex-patrão Woody Herman, participando de várias excursões patrocinadas pelo Departamento de Estado Norte-americano, entre 1967 e 1970.

A partir dos anos 1970, o saxofonista passa a residir em Los Angeles, tocando de 1974 até 1978 em diversas formações e ao lado diversos músicos de ponta: Terry Gibbs, Don Ellis, Tito Puente, Buddy Rich, Chuck Israels, Benny Bailey, Al Cohn, Walter Bishop, George Coleman, Carl Fontana, Nat Pierce, Michael Moore, Nat Adderley, Stan Tracey e Slide Hampton.

Com este último realizou temporada na Europa, além de participar de diversos concertos e da gravação de “Summit Big Band”, uma formação numerosa, composta por músicos americanos e europeus e dirigida por Slide Hampton e pelo trompetista Dusko Gojkovich, maior nome do jazz da antiga Iugoslávia. Destaque também para o álbum “Three Generations of Tenor Saxophone” (JHM), no qual Nistico divide os créditos com o fenomenal Johnny Griffin e com o saxofonista alemão Roman Schwaller.

De volta à Europa, Nistico associou-se a Benny Bailey em 1978, ao lado de quem montou um quinteto que se apresentava com regularidade em clubes da Alemanha. Retornando aos Estados Unidos no ano seguinte, passou a atuar como solista “freelancer”, como em 1980, quando integrou-se ao “National Jazz Ensemble” sob as liderança do baixista Chuck Israels. Como sideman, seu nome aparece nos créditos de álbuns de Mel Tormé, Buck Clayton, Sarah Vaughan, Curtis Fuller, Helen Merrill, Lionel Hampton e muitos outros.

Sal é considerado um velocista do sax tenor, capaz de tocar sem o mínimo esforço, um “bopper” excelente, com total controle da digitação e da respiração nos tempos mais rápidos e fraseado em “legato”, com idéias próprias e muito bem estruturadas, melódicas em qualquer andamento. Sua discografia, ainda que não tão vasta, reserva-nos bons momentos, distribuída em selos como Milestone, Ego, Bee Hive, Horo Hill e Red Records.

Em 1974, o saxofonista fez parte do quarteto do baterista Buddy Rich, com quem já havia trabalhado na década anterior. O grupo era integrado, ainda, pelo pianista Kenny Barron e pelo baixista Anthony Jackson. Nistico gravou na Itália, em 1975, o álbum “Jazz A Confronto” (Horo Hill), no qual se faz acompanhar pelo guitarrista brasileiro Írio de Paula e pelo pianista italiano Enrico Pieranunzi. O quinteto é completado pelo contrabaixista Alessio Urso e pelo baterista Afonso Vieira, o Afonsinho, mineiro de Cataguazes e amigo de infância do nosso querido Olney Figueiredo, o Figbatera.

No ano seguinte, Sal dividiu os créditos do disco “Swiss Radio Days” com o clarinetista Tony Scott e em 1978 foi a vez de “Neo Nistico”, para o selo Bee Hive, onde lidera um time de músicos formidáveis: Nick Brignola (sax barítono), Ronnie Mathews (piano), Sam Jones (contrabaixo) e Roy Haynes (bateria). O sopro potente de Nistico também pode ser ouvido no álbum “Nightbird”, de Chat Baker, gravado em 1984, em Nova Iorque, para a jazz World.

Nistico faleceu no dia 03 de março de 1991, em Berna, na Suíça, onde residia, em decorrência de um infarto fulminante. Tinha apenas 53 anos e era casado com a cantora Rachel Gould. Seu ultimo registro fonográfico foi “Empty Room”, de 1988, lançado pela Red Records, onde lidera uma sessão rítmica formada exclusivamente por músicos italianos: a pianista Rita Marcotulli, o baterista Roberto Gatto e o contrabaixista Marco Fratini.

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É sempre uma honra poder contar com a participação do querido Pedro “Apóstolo” Cardoso. No caso da resenha sobre Sal Nistico, todos os louros devem ser creditados a ele, verdadeiro autor da biografia do saxofonista aqui publicada. Minha participação, circunstancial, se limitou à análise das músicas do álbum “Comin’ On Up” e a algumas poucas informações complementares. Deste disco, foram extraídos os temas “Cheryl” e “Comin’ On Up” e do “Heavyweights” foram incluídas na radiola versões de “Heavyweights” e “Au Privave”.

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25 comentários:

RENAJAZZ disse...

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Sal Nistico & Tony Scott - Swiss Radio Days, Vol. 21


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Sal Nistico - Neo/Nistico (1978)


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WDR Big Band feat. Bill Holman, Al Cohn, Sal Nistico & Mel Lewis - Cologne 1987


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J.R. Monterose & Sal Nistico - NYC 1979

figbatera disse...

Beleza, Érico!
Eu nunca havia ouvido falar deste músico; gostei muito do som e encaminhei a postagem pro nosso amigo Afonsinho.
Abração.

Érico Cordeiro disse...

Grandes Renato e Fig!
Obrigado pelas presenças, pelos links e pela divulgação do barzinho!
E aí, nos veremos todos no Rio?
Vou fazer uma consulta por lá e aproveitar para ver o Festival de Contrabaixos.
Abração aos dois!

APÓSTOLO disse...

Estimado ÉRICO:

Belíssimo poema, com certeza saido da pena de um romântico incurável capaz de "modernizar" Augusto dos Anjos.
Excelente a gravação escolhida e tão bem resenhada.
Quanto ao texto, desconhecia sua capacidade de transformar 1/2 dúzia de palavras em um contexto tão bom. Enfim, alguns sabem....
Grato pela música.

Érico Cordeiro disse...

Meu querido Apóstolo,
O que seria do barzinho sem a sua excelsa presença e participação? Você bate o escanteio e sobe para cabecear, marcando gols dignos do nosso Vavá ou do nosso eterno Dinamite!
A resenha é sua - eu só coloquei algumas informações.
Viu como o mundo é pequeno? O Nistico tocou com o Afonsinho, amigo de infância do nosso amigo Fig. Logo, acho que posso dizer que o Nistico também é meu amigo :-)
Um fraterno abraço e obrigado pelas palavras generosas (Augusto dos Anjos é um dos meus poetas de cabeceira e a comparação com ele, exagerada por conta de sua infinita generosidade, me deixa mais que orgulhoso).
Um grande abraço e obrigado por tudo!

RENAJAZZ disse...

BEM MEU CARO ERICO SERA UM GRANDE PRAZER CONHECE-LO E CONVIDO A VC E A TODOS DO BARZINHO PARA COMPARECEREM NO DIA 31 NA QUARTA FEIRA NO THE LINE RESTARANTE E CHAMPANHARIA AONDE ESTAREI INAUGURANDO UM NOVO ESPAÇO PARA O PUBLICO DE JAZZ COM THE LINE BASSA JAZZ COM EXIBIÇÃO DE VIDEOS E TOCANDO CDS DAS 18 AS 22HORAS
NA TRAVESSA DO COMERCIO 20 NO ARCOS DO TELES TEL PARA CONTATO 89091463 PCJAZZ E 76060422 RENAJAZZ

E MUITO OBRIGADO POR MAIS UMA MARAVILHOSA AULA SOBRE UM ARTISTA QUE SO O CONHECIA NA SUA PASSAGEN PELA BANDA DE WOODY HERMAN VALEU FORTE ABRAÇO IA ESQUECENDO.. DE UMA OLHADA NO VIDEO DO GEORGE ADAMS NO MEU BLOG

Érico Cordeiro disse...

Meu caro Renato,
É sempre muito bom tê-lo a bordo.
Certamente iremos ouvir muito jazz aí na Cidade Maravilhosa. Infelizmente, não vou poder ir ao evento, mas corro para que seja um grande sucesso.
Um fraterno abraço.

APÓSTOLO disse...

Estimado ÉRICO:

Com certeza no Rio de Janeiro você estará muito bem acompanhado, já que o RENATO é uma dessas pessoas que sempre sabe agradar aos amigos.
Se não me falha a memória (o que é quase impossível), a ocasião mais "recente" em que estive com o RENATO foi nos estúdios da Globo-FM, em dia de gravação do programa "JAZZ + JAZZ" de nosso amigo do coração, ARLINDO COUTINHO (março de 1987). Ainda se não me falha a memória (ufa, já lá se vão 24 aninhos....) foi nessa ocasião que ouví um músico assobiador, Ron McCroby, em espetaculares versões "parkerianas" de "Cherokee" e outros clássicos, assim como o notável arranjo de Bob Mintzer para sua composição "Incredible Journey".
Se tudo isso estiver correto (e só o RENATO pode confirmar), é sinal que comer peixe e beber um bom vinho são práticas corretas.

Érico Cordeiro disse...

Mestre Apóstolo,
Quer dizer então que posso ir despreocupado, porque estarei em boas mãos? Tinha certeza disso - discípulo do Mestre Raffaelli e amigo do Mestre Lula, o Renato só pode ser uma figura humana de primeira!
Espero que os amigos do CJUB possam ir e que possamos fazer uma grande confraternização por lá.
Um grande abraço (o peixinho já me deixou com água na boca)!!!

RENAJAZZ disse...

MESTER AO CHEGAR ME LIGA DEPOIS VEREMOS O QUE DA PARA FAZER 76060422

MJ FALCÃO disse...

Gosstei muito. mais um desconhecido que me interessou muito!
Não tenho deixado msg, passo a correr, mas passo.
A vida às vezes não dá...
Um grande abraço.
Bem gostava de passar pelo Rio para esse encontro...
Brinco, claro
Deixo uma história...
o falcão
http://falcaodejade.blogspot.com/2011/08/o-ratinho-e-o-liceu.html

Sergio disse...

Seu San, o cara é amigo de Benny Bailey, precisa dizer maisi?

Sergio disse...

Em tempo: os caras tão juntos no firmamento, sem mais o compromisso de viver (bem) pra depois morrer (melhor). Agora sim, não preciso dizer mais nada!

Bem vindo ao Rio de Janeiro, até em agosto aqui é praticamente o firmamento.

RENAJAZZ disse...

CARO ERICO E AMIGOS DO BARZINHO ACABEI DE POSTAR 6 LINKS DE DISCOS DO HORACE PARLAN NA RESENHA DO REFERIDO PIANISTA FEITA AQUI PELO NOSSO MESTRE SUGIRO QUE VÃO LOGO LA APROVEITE BAIXEM ENQUANTO PROVEDOR É GRATIS SÃO 6 EXCELENTES DISCO TENHO CERTEZA QUE VCS IRÃO GOSTAR FORTE ABRAÇO A TODOS

On The Rocks. disse...

Érico, eu li o psot sobre o Clube da Esqquina 2. Os dois Clubes vieram pra marcar nossa rica música popular brasileira.

Abs

Érico Cordeiro disse...

Caros Renato, MJ Falcão, Sérgio e Buenas,
É um prazer imenso tê-los a bordo.
Agradeço ao primeiro os links e recomendo aos amigos - o Parlan é um pianista de grandes recursos técnicos e muito sofisticado. Não é à toa que tocou com o exigente Charles Mingus.
Querida MJ Falcão, seria maravilhoso contar com a sua presença no evento. O Atlântico agora não é mais o Mar Oceano de outrora, é só um laguinho que podemos atravessar rapidamente nos pássaros de ferro. E o Rio de Janeiro continua lindo, como cantou o Gil...
Sérgio, a orquestra da eternidade é fabulosa. Recentemente adquiriu o passe do Frank Foster e o que esses caras estão aprontando por lá é coisa de maluco...
Buenas, esses dois discos são obrigatórios para qualquer fã de MPB. Sensacionais mesmo!
Um fraterno abraço a todos!

RENAJAZZ disse...

MESTRE PEDRO CARDOSO BONS TEMPO AQUELES EM QUE EU ESTA ENGATINHADO NO JAZZ... MAS PARA MINHA SORTE ESTA SEMPRE BEM ACOMPANHADO VC COUTINHO LULA A TURMA DA JORNAL DO BRASIL E MAS UM QUE ME DEU A PRIMEIRA OPORTUNIDADE E ME CHAMOU PARA FAZER O PROGRAMA COM ELE NA RADIO ESTACIO (JAZZ FRIENDS) NOSSO TB QUERIDÍSSIMO EDUARDO TRÓIA.

renajazz disse...

PERDÃO ESTAVA ENGATINHANDO NO JAZZ
E ESTAVA SEMPRE BEM ACOMPANHADO

APÓSTOLO disse...

Prezado RENATO:

Muito boa a lembrança do bom, terno e sempre cavalheiro EDUARDO TROIA e seu "Rádio Jazz" na Estácio.
TRÓIA é uma dessas figuras inesquecíveis e, por sorte devidamente planejada, gravei alguns programas dele em K7 (inclusive o da estréia na Estácio).

Aline disse...

Olá, agradeço por seguir meu blog.
Abraço,
Aline

Anônimo disse...

Olá querido!

Passando aqui só pra deixar um beijo. Não deu pra ler a resenha, mas ouvi a música e adorei, como sempre. Depois volto pra ler! Vou ter que fazer uma seleção aqui qualquer hora e levar lá pro meu espaço.Um beijão e uma ótima semana. Kátia.

Andre Tandeta disse...

Erico,
pra voce não ficar dizendo que eu abandonei o Jazz + Bossa.
Excelente escolha musical, bebop de primeira , eu realmente gosto muito.
E voce estara aqui no Rio quando ?
Abraço

Érico Cordeiro disse...

Prezados Renato, Apóstolo, Aline, Kátia e Tandeta,
Sejam muito bem-vindos!
É uma honra tê-los a bordo. Essa farra promete, Mr. Renato - ao som de muito jazz e um bom papo, tenho certeza que será um excelente programa conhecer a rapaziada do jazz da Cidade Maravilhosa. Com as bênçãos do Mestre Apóstolo, é claro!
Aline, junte-se a nossa confraria e venha sempre ao jazzbarzinho, ok?
Kátia, fique à vontade! E ainda vai pintar um monte de gente bacanuda por aqui (Stan Getz, Tete Montoliu, Frank Strozier e muito mais!).
Mestre Tandeta, se tudo der certo estarei aí entre 30/09 e 02/10 - vou fazer uma consulta e aproveitarei para ver o Festival de contrabaixos na Sala Baden Powell. Gostaria muito de conhecer você pessoalmente e tomara que dê tudo certo. Amanhã termino a "entrega" do Morgan, ok?
Abraços a todos!

Anônimo disse...

brinkka2011 says: Thanks for taking the time to talk about this, I feel strongly about it and appreciate finding out additional on this subject. If possible, as you acquire experience, would you thoughts updating your blog with extra information? It is very useful for me.

Anônimo disse...

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