Amigos do jazz + bossa

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

... MAS EM MILT JACKSON A ANATOMIA FICOU LOUCA: ELE É TODO CORAÇÃO!


Costuma-se dizer que no Modern Jazz Quartet John Lewis era o cérebro, Milt Jackson o coração e Connie Kay e Percy Heath os membros. E é verdade. Ocorre que Jackson levou tão a sério essa definição que incorporou, pelo resto da vida e da prodigiosa carreira, o papel de coração que lhe fora reservado. Seu toque precioso reverbera nos ouvidos como o pulsar de um coração – e não poucas vezes, de um coração apaixonado pela vida e pela música.

Nascido em Detroit, no dia 1º de Janeiro de 1923, Milton Jackson iniciou a sua formação musical ainda na infância, nas igrejas batistas da vizinhança, onde aprendeu a tocar piano, guitarra e violino. Quando estava no ginásio (cursado na Miller High School), passou a estudar também o vibrafone, seguindo os passos dos ilustres predecessores Red Norvo e Lionel Hampton

Foi exatamente após assistir a um concerto de Hampton no Graystone Ballroom que Jackson optou, de maneira definitiva, pelo vibrafone – o jovem músico ficou encantado com a performance de Hamp e da sua banda, que incluía Illinois Jacquet, Joe Newman e Charles Mingus. A educação formal continuou durante os anos que passou na Michigan State University, onde se graduou em música.

De 1942 a 1944 esteve nas Forças Armadas e após deixar o exército, ainda na primeira metade dos anos 40, começou a tocar profissionalmente, em clubes da cidade natal. Em 1945, Dizzy Gillespie, que havia assistido a uma apresentação do grupo do vibrafonista em Detroit, convidou-o a integrar o seu sexteto, cuja formação incluía Charlie Parker, Ray Brown, Stan Levy e Al Haig. Por conta desse novo desafio, Jackson teve que se mudar para Nova Iorque.

Reza a lenda que, logo que chegou à Big Apple, Jackson se dirigiu ao Spotlight, clube situado na Rua 52, com um estranhíssimo vibrafone debaixo do braço. Naquela noite, Charlie Parker era a atração e Milt desejava participar das famosas jams que rolavam no local. O dono do clube, todavia, não quis deixar o jovem vibrafonista entrar, incomodado com aquele instrumento tão estranho ao bebop.

Discussão daqui, argumentos de lá e o sujeito se manteve irredutível. Foi então que Parker soube da confusão e, se dirigindo ao resoluto proprietário do estabelecimento, disse: “Dizzy me falou sobre esse cara e me pediu para dar uma chance a ele. Pode deixar entrar, porque eu quero ouvi-lo”. Jackson, finalmente, conseguiu entrar no clube e o resto é história.

Quando resolveu formar a sua própria orquestra, Dizzy não hesitou em manter ao seu lado o intrépido vibrafonista, que então já construíra uma sólida reputação no circuito bop da Big Apple. E que orquestra era aquela! Além de contar com alguns remanescentes do sexteto, como Ray Brown, nela pontuavam alguns jovens e talentosos músicos que, futuramente, ajudariam a revolucionar o jazz por meio do Modern Jazz Quartet: eram eles o pianista John Lewis e o baterista Kenny Clarke.

Em 1947 Jackson deixou a orquestra de Gillespie para atuar como freelancer, tocando com Thelonious Monk, Art Blakey, Charlie Parker e Howard McGhee. Em 1949, uniu-se por algum tempo à orquestra de Woody Herman, com a qual fez a sua primeira excursão a Cuba. Em 1951, participa da primeira formação do MJQ, ao lado de Lewis, Brown e Clarke (os dois últimos foram substituídos, respectivamente, por Percy Heath e Connie Kay) e permaneceria com o grupo, com algumas interrupções nos anos 70 e 80, por mais de 40 anos.

Paralelamente ao trabalho com o MJQ, Bags (apelido pelo qual era conhecido no meio musical de Detroit) construiu uma fulgurante carreira solo. Acompanhou ou foi acompanhado por Coleman Hawkins, John Coltrane, Jimmy Heath, Miles Davis, Art Farmer, Harry “Sweets” Edison, Wes Montgomery, Ray Charles, Stanley Turrentine, Herbie Hancock, Ron Carter, Cedar Walton, J. J. Johnson, Oscar Peterson, Cannonball Adderley, Sonny Rollins, Count Basie, Joe Pass, James Moody, e muitos outros.

Jackson também era um alentado compositor. “Namesake”, “Bluesology”, “The Late, Late Blues”, “The Cylinder”, “Ralphs New Blues” e “Bags Groove” são alguns dos temas de sua autoria. Como líder, gravou para selos como Blue Note, Prestige, Savoy, Atlantic, United Artists, Impulse, Riverside, Limelight, Fantasy, Verve, CTI e Pablo.

Destacando-se como um dos pontos altos de sua quilométrica discografia, “Live At The Village Gate” é um documento extremamente fiel da fabulosa habilidade de Jackson e do seu absoluto domínio da arisca sintaxe do bebop. Ladeado por quatro músicos extremamente talentosos (Hank Jones no piano, Jimmy Heath no sax tenor, Bob Cranshaw no baixo e Al Heath na bateria), Bags pode aqui abusar do seu fraseado incisivo e vigoroso.

Gravado ao vivo, na noite de 09 de dezembro de 1963, no famoso clube de Nova Iorque, o álbum foi lançado três anos depois, pela Riverside. A qualidade sonora é excelente e a versão em cd traz como brinde duas faixas bônus. Curioso é que Jackson tenha tocado, nesta sessão, com dois irmãos de Percy Heath, o seu companheiro de MJQ.

A faixa escolhida para abrir o disco foi “Bags Of Blue”. Trata-se de um belíssimo blues, levado em tempo rápido e no qual o líder e Al Heath transbordam vigor e agilidade. O fleumático Hank Jones mostra que também sabe swingar com maestria e Jimmy Heath brinda o ouvinte com solos calorosos, inquietos, quase selvagens.

Pérola da dupla Rodgers & Hart, “Little Girl Blue” recebe um arranjo delicado, contemplativo, no qual os instrumentos mais parecem executar uma celestial canção de ninar – a bateria de Al Heath soa como os passos de um anjo travesso a caminhar sobre um colchão de nuvens.

Voltando ao blues, “Gemini”, de Jimmy Heath, é um tema cheio de alternativas harmônicas, que em alguns momentos chega a fazer uma surpreendente incursão pela valsa e pela música oriental – Jimmy e seu saxofone hipnótico lembram bastante Coltrane.

Outro tema calcado no blues, desta feita de autoria do líder, é “Gerri’s Blues”, no qual o fraseado envolvente do líder prepara o terreno para o ensandecido Jimmy Heath (o irmão Al o acompanha em suas pirotecnias). Hank Jones, nada comedido, liberta um enxame de notas– nenhuma delas, obviamente, está fora de lugar – em um solo extático, que beira a catarse provocada por uma cerimônia pagã.

“Time After Time” é uma das mais valiosas gemas da grande canção americana. Composta por Sammy Cahn e Jule Styne, em 1947, desde então vem embalando sonhos e romances – sobretudo quando cantada por Frank Sinatra ou Chet Baker, embora virtualmente todos os cantores e cantoras norte-americanos a tenham gravado (e inúmeros jazzistas também). A versão do quinteto é doce e terna, ideal para uma troca de beijos apaixonados.

“Ignut Oil”, com sua levada funky e pegajosa, é mais um tema bastante assentado no blues, mas que pega carona na soul music e no R&B. Destaque para o solo de Jimmy, altamente energético. “Willow Weep For Me” é o terceiro standard incluído no álbum e também vem embalada em um arranjo bluesy, sobretudo por conta da atuação firme do sempre confiável Cranshaw, enquanto Jackson não abre mão da sofisticação e da elegância, características intrínsecas ao seu fraseado.

O bebop de alta combustão, aeróbico e cheio de musculatura, não poderia faltar, e cabe a Jimmy honra de ter composto a faixa de encerramento, a trepidante “All Members” – seu solo é abrasador e Bags, vulcânico, parece uma usina de alguns milhares de megatons. Da primeira à última faixa, um álbum realmente obrigatório – síntese de tudo o que de melhor Jackson produziu em sua carreira genial.

Jackson é um dos pilares do jazz moderno. Deu ao vibrafone o mesmo status reservado, por exemplo, ao saxofone ou ao trompete no ambiente bop (embora, decerto, haja muito mais saxofonistas ou trompetistas que vibrafonistas no jazz) e influenciou gerações de músicos como Gary Burton, Bobby Hutcherson e Roy Ayers.

Seu conhecimento musical enciclopédico e a sua sensibilidade extremada fizeram dele o maior virtuose ao seu instrumento, embora, ocasionalmente, se arriscasse ao piano, como no álbum “Soul Brothers”, em parceria com Ray Charles (que, a sua vez, atacava o sax tenor com invejável maestria), e no fabuloso “Jazz Sur Seine”, do saxofonista francêss Barney Wilen. Bastante ligado ao blues, a sua execução é sempre muito consistente, seja nas baladas ou nos temas mais caudalosos.

Nos anos 70 e 80 manteve uma prolífica associação com a Pablo, companhia fundada pelo lendário Norman Granz. Até 1974, conseguiu conciliar a carreira solo com a atuação no MJQ, que naquele ano seria desfeito, por conta do natural cansaço de seus integrantes. O grupo foi refeito em 1981 e manteve-se em atividade regular até a morte do vibrafonista, ocorrida em 09 de outubro de 1999, em Nova Iorque, em decorrência de um câncer no fígado.

Bags mereceu uma série de homenagens ao longo da carreira. Além de incontáveis prêmios como melhor vibrafonista, concedidos pelas revistas Metronome e Down Beat, em 1997 ele foi nomeado Jazz Master pelo National Endowment for the Arts e, em 1999, foi indicado para o Down Beat Magazine’s Hall of Fame. Também recebeu o título de Doutor Honoris Causae, concedido pelo Berklee College of Music.

O politizado Bags também foi um engajado militante na luta pelos direitos civis e dos negros norte-americanos. Para o jornalista Don Heckman, do Los Angeles Times, “ouvir Milt Jackson é como observar uma tela de Picasso ou uma interpretação de Lawrence Olivier. Ele é um artista original, autêntico, que inventou a sua própria maneira de se expressar. Sua capacidade de extrair do vibrafone, aquela estranha combinação de barras e tubos de metal, tamanho calor e tamanha paixão é o que faz dele um mestre”.

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Para começar bem 2010, um músico extraordinário, autor de belíssimas páginas no grande livro do jazz: Milt Jackson. Que seja o prenúncio de um ano novo pleno de paz, saúde, realizações e muita música para todos os amigos do JAZZ + BOSSA!


34 comentários:

Patrícia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Érico Cordeiro disse...

Cara Patrícia!
Obrigado pelas palavras gentis.
Acho que vou acabar comprando esse dvd, pois não encontrei nas locadoras (de qualquer forma, creio que vale a pena).
Um fraterno abraço!

figbatera disse...

Começou bem mesmo...
E sei que vai continuar bem!

Salsa disse...

Milt é grande e merece um post tão bem redigido.
Alguns colegas costumam brincar com os vibrafonistas dizendo que estes são bateristas que querem tocar piano, mas não conseguem deixar as baquetas de lado.

Érico Cordeiro disse...

Grandes Fig e Salsa,
Prazer em tê-los a bordo na primeira postagem do ano. Aproveitei esses dias prá dar uma "adiantada" no serviço e vem muita gente boa por aí (já tenho uns seis posts prontos e uns três bem "encaminhados").
E essa história de que vibrafonistas são bateristas que queriam tocar piano fica pro Fig e pro Tandeta (rs, rs, rs).
Grande abraço aos dois e valeu mesmo!

Ianê Mello disse...

Pulsar forte de um apaixonado coração.

Poesia na música, Erico!

Bela postagem.

E a pergunta que não quer calar: cadê o link, amigo?

Bjs

Andre Tandeta disse...

Erico,
Milt Jackson,o popular Bags,é um dos maiores musicos de jazz de todos os tempos. Interessante é com o passar dos anos fui gostando cada vez mais dele. Sua suingadissima mistura de bebop e blues é um manancial de frases do qual muitos foram ,e ainda irão,beber.
E que gravação é essa!!!! Timaço, só cobra criada.
Valeu !
Abraço

Érico Cordeiro disse...

Caros Ianê e Tandeta,
Obrigado pelas presenças sempre muito-bem vindas e pelas palavras gentis.
Ianê, esses discos são todos da minha coleção particular, e como existe uma enorme controvérsia legal sobre a prática de downloads, preferi não me arriscar - existem algumas empresas que vasculham os blogs em busca de links e, inclusive, conseguem fazer com que o blogger tire a página do ar (às vezes o próprio blog, como ocorreu com o ótimo "Um que tenha").
De qualquer forma, uso um program chamado Pando para trocar arquivos grandes, como música (o programa é bem simples) e se você quiser, é só me dizer o seu e-mail que eu mando esses discos prá você, ok?
Seu Tandeta, sabia que esse cara era dos seus preferidos - toca muito, tem muito swing e consegue, mesmo num instrumento não muito popularizado no jazz, escrever a história e ter uma linguagem própria, diferente de outros vibrafonistas.
Grande abraço aos dois!

Gerana Damulakis disse...

Érico: agradeço a visita ao Leitora para comentar sobre a resenha do livro de Maria Sampaio.
Muito belo o seu blog, som de primeira, pena que não entendo do assunto. Vou ficar ouvindo o som. Abraço.

Érico Cordeiro disse...

Prezada Gerana,
Seja muito bem vinda e agregue-se à nossa confraria. Que bom que tenha gostado!
E quem disse que é preciso entender de jazz prá se deixar levar pela magia desse som e, mais ainda, para participar dos bate-papos no nosso barzinho virtual?
Eu providencio a música, os amigos o papo delicioso e a cerveja... bem a cerveja fica por conta de cada um (pelo menos até que inventem o chopp virtual - rs, rs, rs).
Muito bacana o seu espaço e estarei sempre por lá - espero que você esteja sempre por aqui!
Um fraterno abraço e sinta-se em casa!

pituco disse...

érico san,

de acordo com um colega de trabalho, 2010 já não é tão novo assim...aliás, já está usado...rs...entonces, happy used year prati...rs

recordo-me de um post anterior sobre outro vibraphonista bacanudo...creio que roy ayers...instigado por esse, passei a ouvir vibrafone pacas...

é isso aí,
abraçsons

Érico Cordeiro disse...

Valeu Mr. Pituco,
É - dia 05 de janeiro e o ano já tá meio usadinho mesmo!
Tá certo o seu amigo.
Um grande abraço, embaixador e valeu a presença (e legal que o post do Ayers tenha lhe despertado o interesse pelos vibes - vai se arriscar a tocar também? rs, rs, rs).

Andre Tandeta disse...

Erico,
a informação que Milt Jackson estudou musica em uma universidade mostra que não é o conhecimento que faz mal e sim a ignorancia. Alguns fazem declarada e aberta apologia dela dizendo pra quem quiser ouvir que o estudo atrapalha o talento. Talvez por serem eles mesmos ignorantes totais em musica e assim se sintam em boa companhia. Mas estão redondamente enganados : para um instrumentista de uma linguagem como o jazz o talento leva só ali na esquina,conhecimento leva a lugares bem mais distantes e certamente mais interessantes. Milt Jackson é um musico que jamais alguem podera dizer que é cerebral ou preso a formulas . E é um musico que investiu bastante tempo na sua formação musical,ate mesmo academica e isso em nada o atrapalhou,ao contrario. Claro que das escolas de musica saem um milhão de alunos pra sair um Bags, cujo talento é rarissimo. Mas acredito que quem quer ser musico,musico de verdade , deve se dedicar muito ao estudo e se possivel procurar uma formação academica. E diria que se o estudo atrapalha é por causa do velho ditado:"pro mau @#$%¨& até os *&¨%$# atrapalham". Creio ser necessario por os pingos nos iis nesse assunto.
Por outro lado é desejavel,que se aprecie musica intuitivamente,emocionalmente. Essa é uma das razões de eu gostar do seu blog:aqui se fala de jazz sem tentar mostrar um conhecimento tecnico inexistente e mostra uma maneira de ouvir propria que com certeza só estimula a ouvir mais. A arte só existe se alguem a aprecia. E o musico quer ser apreciado pelas pessoas sem necessidade de analises tecnicas pois o que faz,ou pretende fazer,é arte que emocione o ouvinte.

Abraço

Érico Cordeiro disse...

Pô Mr. Tandeta,
Assino embaixo do que você disse.
Acho que o estudo - em qualquer área, seja na música, seja no futebol, seja na medicina - é sempre importante.
O aprendizado teórico, na música, dá àquele que possui o talento natural uma série de ferramentas que permitem alargar seus horizontes e alçar novos vôos.
Mesmo músicos autodidatas estudam e praticam muito - Ray Brown dizia que se passasse um mês sem praticar esquecia tudo.
E, mais uma vez, fico honrado com suas palavras gentis (mas confesso que gostaria de fazer, pelo menos, um cursinho básico de teoria musical, saber o que é uma nota, um acorde, um andamento em 3/4, 4/4, etc.).
E tenho ouvido bastante "Você me falou" - caraca, como toca o Raul Mascarenhas!!!! E o baterista até que é bem bonzinho (rs, rs, rs).
Tomara que o disco saia logo - o "trailer" é de dar água na boca!!!
Abração, mestre!

HotBeatJazz disse...

Mr. Érico,

esse álbum é simplismente divino,assim como tua costumeira forma de nos mostrar a boa música.
Super assinado embaixo do q o Tandeta escreveu, conhecimento nunca foi e nunca será um fator que atrapalhe, na música ou em qualquer atividade em que se procure oferecer sempre o melhor. qto as análises pseudo-técnicas, acho q não são mesmo pertinentes. Como arquiteto não preciso analizar as cargas estrurais ou os fluxos internos de uma obra do Gaudí, do Le Corbusier ou de nenhum outro grande....basta se deixar levar pela poesia contida em todas as coisas, até mesmo numa simples gota de chuva.

Amo este espaço, cada vez mais Seu Érico!

Abraços a todos os amigos

Érico Cordeiro disse...

Pô, Mr. Mauro,
Que dizer mais?
Nadinha, nadinha - só ficar meditando em suas poéticas palavrass "Como arquiteto não preciso analizar as cargas estrurais ou os fluxos internos de uma obra do Gaudí, do Le Corbusier ou de nenhum outro grande....basta se deixar levar pela poesia contida em todas as coisas, até mesmo numa simples gota de chuva" e agradecer pela presença sempre bem-vinda e gentil!
Valeu mesmo - tinha deixado um comentário no Sônico, mas já me decidi pelo Ugetsu - dá uma passada lá e você vai entender, ok?
Abração!!!

Foquinha! disse...

Obrigada pelo mergulho, adorei!!!
Vou seguí-lo tbm, um dia quem sabe não venha ouvir/tocar jazz nas nossas noites, trabalho num lugar lindo onde o jazz, o blues, o piano, a guitarra, a arte e a comida mediterrânea nunca se atrapalham... e é mais perto que a Espanha, rs...

Saudações marítmas,
Foquinha!

Érico Cordeiro disse...

Cara Foquinha,
Seja bem vinda e, por favor, junte-se a esta alegre confraria.
Pois o seu blog é prá lá de chique, moça!!! E que bom que você gosta de jazz e blues (eu não toco absolutamente nada, mas adoro essa música maravilhosa).
A casa é sua e, por favor, venha sempre!
Um fraterno abraço!

Valéria Martins disse...

Vc mora no Maranhão mas torce pelo Vasco, é? És carioca???

Erico, de fato, tenho muita vontade de conhecer a cidade dos azulejos e os Lençóis. Uma grande amiga é nascida em Barreirinhas e a família tem casa e pousada lá. Mais um motivo para ir, né? Em breve, se Deus quiser.

A Babi Mello, do blog Percepções da vida, recentemente esteve em São Luis e postou lindas fotos. Vc viu?

Beijos! Tudo de bom!

Érico Cordeiro disse...

Oi, Valéria,
Poi é, sou maranhense e vascaíno (bem que eu tento torcer pro Sampaio Correia, mas ele não deixa - rs, rs, rs).
E te confesso que apesar de morar bem perto de Barreirinhas, ainda não conheço as praias e lagoas de lá - toda vez que a gente armava prá ir, acontecia alguma coisa...
Mas em breve nós pretendemos suprir essa lacuna - quem sabe até não nos encontramos por lá. Aliás, ano passado rolou por lá um festival de jazz e blues (mais detalhes no Soblônicas, blog do meu amigo e compadre Celijon, com link ao lado).
Quanto às fotos do blog da babi, vou dar uma checada.
Uma ótima seman prá você e tudo de bom!!!
Abração!

Rodrigo Nogueira disse...

Érico, meu chapa, estou contigo nessa empreitada de divulgar sons!
Pode contar com minha visita constante.
Abç!!

Érico Cordeiro disse...

Grande Rodrigo,
Seja bem-vindo e junte-se à confraria jazz + bossa.
Aqui, como no Sons, Filmes & Afins, o barzinho virtual funciona o tempo todo (só falta a cervejinha)!
Vou colocar um link pro seu ótimo blog - mais uma casa virtual bacana, para deleite dos amantes da boa música.
Obrigado pela presença e um grande abraço!

pituco disse...

oi, érico san,

não sei se apenas em meu perfil do gcast-podcast...há lá uma notificação que anuncia o final dos uploads, a partir de primeiro de fevereiro...embora, o podcast continuará funcionando normalmente, com os aúdios inseridos até essa data...é isso mesmo???

que pena, a galera tá passando pente fino nessa questão de direitos autorais...será isso???

abraçsonoros

Érico Cordeiro disse...

Caramba, Mr. Pituco,
Acabei de ler o aviso no GCast.
Talvez seja esse o problema, talvez seja a capacidade de armazenamento que esgotou...
Que pena...
O blog sem um sonzinho não é a mesma coisa!
Mas até 31 de janeiro a gente ainda vai pôr muita música. Depois, vamos pensar em outra forma de disponibilizar o áudio para os amigos!
Abração!!!

HotBeatJazz disse...

Ô¬Ô

Érico,

experimenta o DivShare, é o serviço de compartilhamento que uso no HBJ. Vc pode compartilhar para download ou colocar os arquivos em pastas e disponibilizar o player, como faço em cada postagem lá no HBJ. Dá uma testada no serviço, eu acho muito bom, utilizo desde o início do meu blog e não tenho nada a reclamar. Para cada conta q vc tiver serão 5 Gb de armazenagem e 10Gb de tráfego mensais. O lance é vc ter varias contas, assim não corre o risco de estourar o limite mensalmente. Tenho feito assim, te aconselho.

Abração

Ô¬Ô

Érico Cordeiro disse...

Caro Mauro,
Valeu a dica.
Como o podcast ainda tá funcionando direitinho, vou mantê-lo até o final do mês.
Depois experimento o DivShare.
Grande abraço - e cadê o Sonic-boy, tomou chá de sumiço ou ainda tá "mareado" pelos festejos do reveillon?

Sergio disse...

Tô aqui seu Érico, passo por cá todo dia, Já até baixei o Mil. Mas ainda não ouvi, nem li a postagem como se deve. Tou pretendendo uma postagem pra hoje o amanhã. Uma pianista azerbajana fantástica. Amina Figarova, álbum "Above the clouds" 2008. Uma maravilha! A maior atração nesse disco é q a moça, criada e educada (musicalmente) na Holanda, compôs praticamente todas os temas e é cada música mais impressionante que a outra!

se quiser saber sobre com antecedência vá a cá:

http://www.sojazz.org.br/2008/12/amina-figarova-above-clouds-munich.html

Abraços!

Érico Cordeiro disse...

Valeu, Mr. Seu Sérgio, o San!
Tava preocupado com você!!!
Mas já que tá tudo bacaninha, aguardo a resenha sobre a moaç!
Abração!!!

Sergio disse...

Seu Érico, respondendo o seu comment no delivery: vale muuuuito à pena conhecer o trabalho da Amina. Passe no sônico, daqui há uma hora ou amanhã, pq, em parte por sua causa e suas dificuldades de baixar e tbm pra dar uma caprichada na postagem da do azerbajão, estou colocando 2 vídeos a título de ilustração. E, a propósito do seu entusiasmo, justificadíssimo: Amina não é O cara, seu san. Justamente porque ela é Amina. - essa foi boa, hein?

Érico Cordeiro disse...

Aí, Seu San,
Tá "trocadilheiro" assim só por causa d'Amina (gostou?).
É, a moça é bacanuda e piramidal!
Mais tarde eu dou uma sacada nos vídeos, ok?
Valeu mesmo!!!!

Paul Brasil (Paul Constantinides) disse...

brother érico
é coração na cabeça.
puro jazz.
abs
paul

Érico Cordeiro disse...

Grande Mr. Paul,
Bem-vindo a bordo.
E valeu o bordão: Milt Jackson é coração na cabeça.
Abração!!!

Andréa Lion disse...

putz!!!
ele é um dos meus preferidos!!!
um ano tão 20 quanto 10, érico!!! beijos

Érico Cordeiro disse...

Vale Andréa!
Tudo de melhor prá você e sua família, Muita paz, som e luz!!!!
Abração!

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