Amigos do jazz + bossa

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

CONFESSO QUE OUVI




Caros amigos do JAZZ + BOSSA,
Acaba de sair da gráfica o livro "Confesso que ouvi", no qual faço um apanhado dos posts publicados aqui no jazzbarzinho. Reproduzo abaixo o texto dos agradecimentos e, novamente, peço desculpas aos amigos se olvidei algum nome. Como atrativo, a orelha do livro foi escrita pelo valoroso Capitão John Lester, o prefácio ficou a cargo do "mestre dos mestres", o querido Pedro "Apóstolo" Cardoso, e a apresentação foi escrita pelo amigo (e ídolo) Augusto Pellegrini.
O lançamento é mais uma iniciativa da Editora Azulejo, um empreendimento maranhense que tem por proposta fomentar as letras - especialmente no âmbito jurídico - no estado do Maranhão. Quando eu conseguir formular uma estratégia de distribuição razoavelmente eficaz, ponho aqui no blog as informações sobre como será possível adquiri-lo.
Agradeço, do fundo do coração, a todos os que, com suas visitas e comentários, tornam o jazzbarzinho a experiência mais sensacional que já tive a honra de vivenciar nos últimos tempos!!!!
PS.: Clique na foto para ampliar e depois use o zoom para ler os textos!

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AGRADECIMENTOS


Embora não pareça, a feitura de um livro nunca é um trabalho solitário. Ninguém escreve para si mesmo, pois a escrita sempre se realiza sob a perspectiva da existência do outro. Há no ato de escrever, portanto, uma pretensão à completude, que se materializa, apenas e tão-somente, se e quando as idéias do autor se encontram com o destinatário das palavras que brotam sobre o papel.
Feita a conexão, dá-se a magia da leitura e o livro passa, de fato, a existir. Agora não mais como mero objeto inanimado, mas como um sujeito vivo que sussurra aos olhos do leitor aquilo que o autor escreveu. Portanto, o meu primeiro agradecimento vai para aquele que é a razão da existência de qualquer texto ou livro: o leitor. Torço para que sejam muitos e para que não sejam tão rigorosos com este modesto escriba.
Agradeço também a todos os companheiros que integram a atual diretoria da AMATRA XVI e que dignificam, por sua postura aguerrida, o ofício cotidiano de construir o movimento associativo: Paulo, Veloso, James, Cadu, Gustavo, Maurílio, Saulo, Márcia, Manoel Joaquim e Jaime.
Minha mais profunda gratidão a toda a magistratura trabalhista maranhense, nas pessoas das desembargadoras Márcia Andréa Farias da Silva e Ilka Esdra Silva Araújo, amigas queridas e que conduzem, com a sabedoria e a generosidade tipicamente femininas, a administração do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região.
Aos magistrados (e “cabras-da-peste” da melhor estirpe) Francisco Xavier de Andrade Filho, Fernando Luiz Duarte Barboza e Alisson Almeida de Lucena, cujo inestimável auxílio, sempre com muita seriedade e presteza, torna a gestão à frente da Vara do Trabalho de Pinheiro-MA um ofício menos árduo e solitário.
A todo o corpo funcional da Vara do Trabalho de Pinheiro-MA, incluindo também os estagiários, vigilantes e zeladores, cuja competência, responsabilidade, dedicação exemplar e compromisso com o múnus público são motivo de grande orgulho e me fazem crer que uma prestação jurisdicional efetiva e célere não é utopia.
Também gostaria de expressar os meus mais sinceros agradecimentos a todos aqueles que, com a sua participação, ajudam a fazer do blog JAZZ + BOSSA + BARATOS OUTROS uma das experiências mais prazerosas e estimulantes que já me foi dada a honra de viver. Obrigado, meus queridos amigos Sérgio Sônico, Olney Figueiredo, André Tandeta, Mauro Hottbeatjazz, Pituco, Esther Cidoncha, Paul Brasil, Edú (com acento mesmo), Andréa Lyon, Vagner Pitta, M. J. Falcão, O Pescador, Valéria Martins, Nydia Bonetti, Hector Aguillera, Sofia Urko, Francisco Araújo, Predador, Dade Amorim, Edinho, Salsa, Érico Peixoto, Lollipop, Caio Garrido, On The Rocks, Takechi, Maysa, Don Oleari, Francisco Grijó, Murilo Barbosa, Sérgio Rivero, Fabrício Vieira, Dr. Krapp, Fátima Cristina (minha comadre e uma das maiores incentivadoras para que eu criasse o blog), Tobias Serralho, Paula Nadler, Cynthia Kremer, Frederico Bravante, Adriana Godoy e todos os demais freqüentadores do jazzbarzinho (peço perdão se esqueci algum nome).
Minha mais profunda gratidão aos meus compadres e amigos fraternos Bruno Motejunas, Celijon Ramos, James Magno Farias e Washington Torreão, sempre presentes em todos os momentos de minha vida e sempre a postos para dar de si aquilo que mais possuem: a sua enorme generosidade e sua inquebrantável afeição.
Ao grande decano do jazz nas terras guajajaras, o paulista mais maranhense do pedaço Augusto Pellegrini, baluarte na luta pela boa música e que, entrincheirado nas rádios e nos palcos, ajuda a compor a trilha sonora de nossas vidas.
Ao incansável pesquisador Mário Jorge Jacques, cujo “Glossário do Jazz” é obra de referência e absolutamente indispensável para qualquer um que deseje se aprofundar nas maravilhosas veredas do jazz.
Ao fraterno amigo João Bouéres, que me apresentou ao primoroso repertório da grande canção americana e em cuja casa ouvi pela primeira vez artistas fundamentais como Johnny Hartman, Mel Tormé, Bobby Short, Mahalia Jackson, Lena Horne e tantos outros.
Ao querido José Domingos Raffaelli, bastião da decência e da integridade no jornalismo cultural, provavelmente o maior conhecedor de jazz em atividade no Brasil, testemunha ocular e auditiva de todos os grandes momentos do jazz aqui em Pindorama e além-mar e que, tão generosamente, divide de bom grado os seus enciclopédicos conhecimentos com os amigos do blog JAZZ + BOSSA.
Ao amigo John Lester, intrépido comandante da nave Jazzseen (www.jazzseen.blogspot.com), um dos blogs de jazz mais espetaculares da internet brasileira e que, gentilmente, elaborou o belíssimo texto que emoldura a orelha deste livro.
Last, but not least, aos queridos Pedro “Apóstolo” Cardoso e Matilde, um dos casais mais adoráveis e cativantes que já tive o prazer de conhecer e que muito me honram com a sua amizade, estima e consideração.


51 comentários:

Paul Brasil (Paul Constantinides) disse...

honorável Erico
parabens meu caro.
sem duvida q tudo q vc "posta"aqui deve ir para um livro mesmo.
Quando for possivel dispinebolize a venda do livro, vou querer um exemplar do "Confesso Q Ouvi".
abs
paul

Andre Tandeta disse...

Erico,
assim que voce postar o mapa da mina eu com toda a certeza vou ficar com um.
Parabens pela realização e mais do que nunca "TAMO JUNTO".
Grande abraço
P. S . : deixa o Manito saber que vai querer que eu mande um pra ele. Provavelmente sera "degustado" em estado de " Smoke Get In His Eyes".


'

figbatera disse...

Parabéns, caro Érico; a qualidade das informações aqui postadas e o estilo de suas apresentações já estavam mesmo a merecer um livro.
Fico muito feliz com a realização desta sua "obra", eu que fui um dos seus primeiros leitores aqui nesta imprescindível fonte de conhecimento para os amantes do jazz. Top blog!

APÓSTOLO disse...

Estimado ÉRICO:
Ler (reler!!!) seu livro será um prazer, muito pequeno ante a satisfação e a honra de tê-lo conhecido.
O 2º volume será, com certeza, uma ponte para o 3º (assim esperamos).
Sucesso, que você merece.

Érico Cordeiro disse...

Caros amigos Paul, Fig, Tandeta e Apóstolo,
Sejam muito bem-vindos.
Saibam que há um pouquinho de cada um em cada página deste livro. Sem a seleta clientela do barzinho, nada teria valido a pena.
Aqui em São Luís, já a partir de amanhã será possível comprar o livro na Harmônica, uma loja de instrumentos musicais localizada no bairro do Renascença II.
Mais detalhes amanhã - vou colocar um endereço completinho e tudo o mais.
Em breve, agilizo a aquisição pelo velho "reembolso postal" - rs, rs, rs.
Um fraterno abraço a todos e muito obrigado por tudo.

pituco disse...

érico san,

também quero...confesso que ouvi,já!...aliás, o título é prá lá de bacanudo...jus às resenhas piramidais por acá pautadas.

parabéns...omedetô gozaimassu

a galera mais jovem precisa conhecer e ouvir todo esse jazz...não é verdade?

abraçsons calorosos

Érico Cordeiro disse...

Mestre Pituco,
Você é sócio de primeira hora do barzinho e parte importante da nossa confraria.
Com certeza daremos um jeito de fazer esse livro chegar na Terra do Sol Nascente :)
Abração!

Sergio disse...

Vida de internauta-blogueiro é mesmo deveras gratificante. E quem disse que é algo à margem da realidade? Assim como no campo físico, vida de internauta pode ser bem próxima a dita real: uma surpresa a cada esquina. Por exemplo, eu não sabia que o sempre orgulhoso de suas raízes, o magistrado maranhense, era assim tão... MINEIRO!

Que come quieto fio dazunha, rapá! Então todo mundo dizendo “escreva um livro, seu Érico, escreva, publique-se isso!, etc, etc.. E o moço só no “deixe estar, quem sabe um dia”. E de repente não mais que de repente... – e o que seria das surpresas se por elas esperássemos – ei-lo o livro! E que título anerudado, bacanudo! Parabéns seu San.

E, claro, pela parte que me toca (olha a invirtualidade aí...) fico-lhe muito honragradicido ca lembrança tipo, “on the top”, ganhei o dia!

Mas ó, quero o meu autografado!

Érico Cordeiro disse...

Mestre Garimpeiro,
Você sabe que tem uma participação fundamental nesse livro - na verdade, dei uma de mineiro porque queria fazer uma surpresa.
E acho que deu certo! É um sonho que se realiza e que tem me dado muitas alegrias, embbora só tenha nascido há três dias :)
Um fraterno abraço e muito obrigado pela força que você sempre deu ao jazzbarzinho!!!!

Guzz disse...

que maravilha, Erico
parabéns pela iniciativa e viva a musica

e uma cópia pode guardar pra mim !

abs,

Velososb disse...

Ilustre Érico,
Confesso que não paro de ler o "Confesso que ouvi". É um tratado do Jazz. Conteúdo histórico e sentimental de referência. Costumo ouvir jazz em alguns momentos especiais, ente eles na degustação de vinhos. Dá um upgrade. Agora estou lendo, ouvindo e degustando! Obrigado, e parabéns pelo sucesso da obra!
Veloso

John Lester disse...

Prezado Érico, nada melhor que poder colocar suas resenhas em minha estante. Bem ali, ao alcance das mãos. Eu o colocarei entre o Jazz Panorama, de Guinle, e o Glossário do Jazz, do Mário Jorge.

São iniciativas como a sua, movidas exclusivamente pelo amor ao jazz, que nos mantêm caminhando a estrada.

Parabéns e que venha o Confesso que ouvi, Volume 2!

John Lester

PREDADOR.- disse...

Meu técnico de futebol sempre dizia: "você tem que ter atitude ou não chegará a lugar nenhum". Muito bem mr.Erico, você é um homem de atitudes. Encarou o desafio e publica agora um livro, sôbre várias abordagens em seu blog, da música e dos músicos de jazz. Sinceros e efusivos parabéns pela iniciativa, estava-mos precisando de um desbravador para colocar no papel alguma coisa mais consistente do "nosso tão menosprezado" jazz. Desejo que você continue nessa trilha, e, agora vamos ficar com um gostinho de quero mais. Está nos faltando um livro tipo "dicionário do jazz", de A a Z, com breve biografia dos músicos e seus principais álbums.
Capitão Lester iniciou a elaboração de um "dicionário" deste tipo, mas abandonou no meio do caminho. Será que em breve teremos o Dicionario do Jazz de mr.Cordeiro??
PS: lendo seus agradecimentos fiquei sabendo ser você uma pessoa ligada a área da justiça. E eu invariavelmente "metendo o sarrafo" em algumas de suas postagens. Imaginem Predador atrás das "grades"?

Sergio disse...

Seu, érico, manda prender o predador! rs rs rs...

Olhe, vim por isso não. Quando li q a orelha era de Mr. Lester fiquei curioso e, no meu 1º comentário, esqueci de pedir q pusesse um link pro texto. É q desacostumei de clicar nas fotos de capas que publicas, seu Érico, sempre em tamanho muito pequeno q mal dá pra ler o nome do disco (ei, amigo, isso não é uma reclamação). Então sugiro que acrescente ao texto, um "clique a foto" para que as pessoas saibam que clicando dá pra ler o conteúdo. C sabe, né, seu San, informação a mais nunca é de menos.

Abraços!

Érico Cordeiro disse...

Queridos amigos Guzz, Veloso, Lester (que me brindou com o emocionante texto que abrilhanta a orelha do livro), Predador e Sérgio,
Não é demais repetir: esse livro é também de vocês e para vocês. O Jazz + Bossa não teria nenhum significado se não fossem as presenças altaneiras dos amigos que, com suas sugestões, críticas (no caso do Predador, até que não tem sido tantas críticas assim - rs, rs, rs) e elogios.
De logo já esclareço ao destruidor de galáxias que minha jurisdição se limita à cidade de Pinheiro e arredores - mandar prendê-lo no espaço sideral escapa da minha competência :) (além disso, que cadeia no universo resistiria ao detonador atômico?!?!)
Guzz, pena que não poderei ir a Ouro Preto, para divulgar ali o "filhote" :) Muito obrigado pela força - o CJUB é a célula-mater, de onde todos nós - jazz + bossa, jazzbackyard, jazzona, jazzseen, hotbeatjazz - viemos!!!!
Veloso, já disse tantas vezes a você: privar de sua amizade e de sua generosidade são para mim de extrema importância!!!!
Mr. John Lester, será uma honra para este modesto escriba estar ladeado por tão ilustres - e queridas - figuras!
Seu San, a sugestão tá anotada: vou pôr uma chamada. Na verdade, nem eu sabia desse detalhe :) E o legal é que com o zoom, dá pra ler o texto "bacanudamente".
Muito obrigado pelas palavras e pela força! Vocês são piramidais!!!!!

Smith Junior disse...

Meu amigo, depois de um ano, voltei a postar no blog. O assunto não é muito agradável, mas é a verdade nua e crua de nossas ruas. Aproveitando, coloquei um link no meu blog para o Jazz+Bossa+Baratos Outros e saiba também que já dei uma lida rápida no "Confesso que Ouvi", parabéns pela obra. Abraços do seu amigo Smith Junior.

Célia Regina disse...

Valeu.. GVosto muito da Bossa, do Jaz... Obrigada por existir! Mantenha-se por oerto...

Érico Cordeiro disse...

Caros Smith (já dei uma passada lá na sua "casa" virtual) e Célia,
Sejam muito bem-vindos e juntem-se à nossa confraria!
Esse livro é a realização de um sonho. Tomara que a receptividade seja legal e que, futuramente, possam vir outros "rebentos".
Obrigado pelas palavras generosas e fiquem à vontade aqui no jazzbarzinho!!!!

Salsa disse...

Parabéns, meu caro. Com certeza, essa é uma obra que, após lida, merece ser exibida, sem pudores, na estante.

O Pescador disse...

Caro Érico.
Aqui por estas bandas a bruxa da Lusitânia augura grandes êxitos para o teu "Confesso que ouvi".
Pela minha parte, aguardo com expectativa a possibilidade de folhear um dos exemplares e até já reservei um cerimonioso lugar numa das prateleiras cá de casa.
Felicitações lusas do Pescador.

Érico Cordeiro disse...

Queridos Salsa e Pescador,
Vocês são um pouco autores desse livro. Espero conseguir arrumar uma "logística" que permita fazer chegar até os amigos o "Confesso que ouvi".
Muito obrigado pelas palavras gentis e torçamos para que a bruxa da Lusitânia esteja certa.
Grande abraço aos dois!

fabricio vieira disse...

fantástico, Érico! Quando teremos o prazer de poder adquirir o livro aqui em SP? São iniciativas como essa que mantém a música viva. parabéns pelo grande trabalho.
abs, Fabricio

Érico Cordeiro disse...

Grande Fabrício,
Seja muito bem-vindo! Não sei ainda como fazer para viabilizar a distribuição em âmbito nacional, mas na próxima semana estarei de férias e vou trabalhar em cima da distribuição.
Obrigado pelas palavras gentis! Você também faz parte da confraria jazzbarzinho e faz um trabalho fundamental na divulgação do jazz nosso de cada dia!

Takechi disse...

Érico:
Pensei em desejar um grande sucesso a você e a seu livro.
Grande erro!!! Você e seu Jazz+Bossa já são um estrondoso sucesso para todos que amam o jazz. O livro será apenas o coroarmento de tanto esforço e tanta dedicação a uma das formas mais emocionantes e criativas de arte.
Só temos a agradecer - e muito - por tudo que você tem feito por nós.
Longa vida ao jazz e ao Jazz+Bossa.

Takechi

Érico Cordeiro disse...

Grande Takechi,
Muito bom tê-lo a bordo, você que é o grande vencedor do 1º (espero que de uma série de muitos) concurso jazz + bossa!
É por causa de vocês, amigos do blog que me honram com suas presenças e comentários, que ele existe - o sucesso, portanto, é única e exclusivamente de vocês, que têm prestigiado o blog com visitas e comentários nesses quase 18 meses de vida virtual.
Eu é que agradeço, meu amigo!!!!
Valeu!

Vagner Pitta disse...

Caro Érico, fico honrado pela menção ao meu nome em seus agradecimentos - ainda que eu não tenha colaborado tanto quanto outros colegas lá presentes. Mas, assim como todos que visitam este espaço (ainda que ocasionalmente, como eu), sinto simpatia por seus escritos: neles estão expressas a paixão de um jazzófilo e a perícia de alquem que parece ser detalhista.

Mas fico contente mesmo é por você iniciar essa trajetória nos moldes de Gutemberg, deixando sua arte de escrever palpável à todos que quiserem conhecer mais sobre o jazz.

Neste espaço já lí desfechos bem detalhistas de alguns músicos pouco conhecidos em nosso terreiro brasileiro; e mesmo seus escritos de músicos conhecidos nos são acrescentadores.


Abraços e sucesso na nova empreitada!

MaJor disse...

Estimado Érico, sei bem o que representa um livro prontinho, impresso, finalmente nasceu!! Imagino como está feliz com o dito em mãos ao folhear aquilo tudo em que anos a fio foi sendo preparado, lido e relido, acertados os mínimos detalhes. Felicitações mil pela dedicação que tem pelo amado JAZZ e antes mesmo de possuir um exemplar já sei que será um sucesso, em vista do que conhecemos do blog.
Fraterno abraço
Mario Jorge

Érico Cordeiro disse...

Queridos Vagner e Mario Jorge,
De fato, colocar no mundo um "filhinho" impresso é uma alegria imensa (e um alívio também).
Tomara que ele cresça sadio e que ajude, de alguma maneira, a divulgar um pouco do nosso querido jazz.
Fico honrado em poder contar com grandes entusiastas e apaixonados pelo jazz como vocês aqui no barzinho - é isso que faz valer a pena manter esse espaço virtual funcionando!
Grande abraço aos dois!!!!

.Edinho disse...

PARABÉNS pelo seu mais novo filhte !
Esperamos que você continue nos deliciando com esta saga maravilhosa que é a boa música.

PARABÉNS e que venha outros !!!
Saudações sonoras,

Érico Cordeiro disse...

Grande Edinho!
Seja muito bem-vindo, você que é um dos sócios de carteirinha mais antigos e assíduos do barzinho.
Obrigado pelas palavras generosas e tomara que eu consiga manter o pique.
Um fraterno abraço!!!!!

Hector Aguilera S. disse...

Caro Érico, mis mas sinceras felicitaciones por tu libro. He leído parte de tu biografía y a traves de ella puedo conocerte más. Me parece que has hecho un lindo trabajo, y muy merecido el éxito de tu blog, muy documentado y muy didáctico.
Un cordial saludo y un abrazo

Érico Cordeiro disse...

Meu caro Hector,
Seja muito bem-vindo! Você se uniu à nossa confraria há pouco tempo mas já é um dos seus membros mais assíduos! Sua presença é sempre auspiciosa e agradeço, de coração, os comentários sempre muito generosos e as sua belas palavras!
Torço para que o livro tenha uma vida de sucesso e que possa ser a porta de entrada para outros mais :)
Um fraterno abraço!!!!!

Internauta Véia disse...

Érico, dá para sentir nas exclamações(!!!!)e nas carinhas risonhas( :), como vc. está feliz com o nascimento de seu "filhinho"!
Nós, frequentadores do seu e demais blogs de Jazz, também estamos radiantes, na expectativa de poder usufruir, independentemente dos "humores" da internete,das suas postagens e comentários! E ter um livro nas mãos é outra coisa, não é mesmo? Parabéns tb. pela colaboração de Mr. Lester e do Apóstolo, amantes e conhecedores profundos do JAZZ, que enriquece a sua obra.
Parabéns e muito sucesso!!!

Érico Cordeiro disse...

Prezada Internauta Véia,
Realmente estou muito contente com o nascimento desse filhote e com a repercussão junto aos amigos!
Fico feliz também em vê-la aqui no jazzbarzinho - sinta-se em casa, pois você é mais que bem-vinda!!!!
Tive a honra de ter os textos do Mr. Lester e do Apóstolo a emoldurar o livro e espero que ele possa chegar ao maior número possível de pessoas.
Um fraterno abraço e obrigado pelas palavras generosas!

Érico Cordeiro disse...

teste

Anônimo disse...

John Lester e demais blogueiros,

Embora todos se surpreeenderão bastante, a verdade deve ser divulgada: Jorge Guinle NÃO ESCREVEU "Jazz Panorama", nem qualquer outro livro sobre jazz.

O ghost writer de "Jazz Panorama" foi o saudoso crítico Sylvio Tulio Cardoso. Anos depois, por volta de 1987, recebi três telefonemas seguidos de um cidadão chamado Estevão Herman, a pedido de Jorge Guinle, para atualizar o livro, todavia SEM RECEBER QUALQUER PAGAMENTO E SEM QUE MEU NOME FOSSE MENCIONADO COMO O VERDADEIRO AUTOR, QUE SERIA, MAIS UMA VEZ, JORGE GUINLE.

Sei que este post criará uma tremenda polêmica, pois a verdade sobre "Jazz Panorama" nunca foi relatada. Por isso, para evitar discussões inúteis, pois nada alterará a verdade, manterei o anonimato, ainda que me critiquem, podendo induzir a todos que estou inventado "histórias da carochinha". A despeito do que possam escrever, não retornarei ao assunto, pois apenas estabeleci a verdade incontestável que a grande maioria deste blog jamais conheceu nem conviveu com as pessoas envolvidas naquele livro.

Rodrigo Nogueira disse...

Abraço Érico, o amigo prolífico nas palavras. Estendo meu abraço também aos caros confrades do jazz. Gostaria de estar mais presente nessas grandes rodas, mas compromissos me impedem infelizmente; apesar disso estou sempre passando por todos vcs...

É com muita satisfação que recebo a notícia de sua publicação e maior é a ansiedade para adquiri-la (me avise qdo for possível!), nesse ínterir, apesar de minha preferência musical ser o jazz, continuo com minha luta para disseminar o gosto pela boa música, independente de gêneros e estilos, e reforço o convite para que os ilustres amigos venham visitar meus "ecumênicos" blogs sempre que puderem.

Sucesso Érico! Viva o jazz, mas acima de tudo viva a música!

Érico Cordeiro disse...

Caros Anônimo e Rodrigo,
Sejam muito bem vindos. Obrigado pelas presenças - você traz informações bem polêmicas, meu amigo - e comentários.
Saiba, Rodrigo, que eu sempre dou uma passada no Sons, Filmes e Afins e embora o barzinho seja mais focado no jazz e na bossa, aqui há espaço sempre para a boa música, independentemente do estilo. Você é persona mais que grata na casa e tenho enorme admiração pelo seu trabalho!!!!!
Um fraterno abraço aos dois!

Grijó disse...

Sucesso, meu caro!
Escrever é um destino bom, principalmente quando usado sem moderação.

Agora é esperar para ler.
E aprender mais ainda.
Valeu, camarada.

Grijó

Érico Cordeiro disse...

Grande Grijó,
Muito obrigado pela visita. Sua presença é auspiciosa. Tomara que o livro tenha uma "vida longa e próspera", como diria o Sr. Spock.
Um fraterno abraço!!!

Grijó disse...

Já está devidamente tuitado, caro amigo.
E como faço para adquirir? E como os interessados aqui de Vitória o fazem?

Abraço

Grijó

p.s. Quero postar uma entrevista com vc no meu blog. É possível?

Augusto disse...

Parabéns, caro Érico. Como posso aquiri-lo ? Você está no Twitter ?

Augusto disse...

Em tempo: soube de teu livro pelo Grijó no Twitter.

Érico Cordeiro disse...

Caros Grijó e Augusto,
Sejam muito bem-vindos.
Ainda não tenho uma estratégia de distribuição montada, o que tenho feito é a venda direta a alguns amigos.
No caso, vou informar a minha conta:
c/c - 5440-5
op. 001
ag. 1405
Caixa Econômica Federal
CPF 404.930.243-87
O valor do livro é R$ 50,00, mas despesas postais (pro Rio, SP e Vitória, para onde mandei recentemente, o valor é de R$ 20,00, pois o peso do livro é de 570g).
Assim que vocês fizerem o depósito (se puder ser identificado, melhor), manda uma cópia do comprovante pro meu e-mail, ok? (Porque se eu for conferir só o extrato, posso não saber quem fez determinado depósito).
O e-mail é:
ericorenatoserra@gmail.com
Quanto à entrevista, Mr. Grijó, estou à sua inteira disposição - será uma honra para este modesto blogueiro estar nas páginas do "Ipsis literis".
Grande abraço aos dois!

Érico Cordeiro disse...

Ah, sim, meu caro Augusto: não tenho twitter - me comunico ainda pelo bom e jurássico e-mail :)

Marcelo Burmann disse...

Érico, não tenho costume de comprar livros pela internet. Me diz, esse livro vai chegar aqui em Vitória(ES) quando?
Sucesso.
Um grande abraço.

Érico Cordeiro disse...

Caro Marcelo,
Seja bem-vindo.
Como já disse anteriormente, a Azulejo é um selo pequeno, que não dispõe de distribuição nacional.
Mas acho que você me deu uma boa idéia - tenho alguns amigos em Vitória (inclusive um tio que mora aí) e vou tentar encaminhar alguns exemplares para a capital capixaba, ok?
Um fraterno abraço!

Marcelo Burmann disse...

Beleza pura, Érico.
Abraços.

Caio Garrido disse...

èrico, fico honrado em participar de sua lista de agradecimentos...
Bixo, tu escreve pracaramba!
É uma beleza inominável ver você lançando esse livro. É uma riqueza imensa que o Brasil possa ter um livro desse porte nas prateleiras.... Tem de estar no Hall de Artefatos básicos de todo apreciador do Jazz e da música instrumental...
Grande Abrs!

Érico Cordeiro disse...

Caros marcelo e Caio,
Sejam muito bem-vindos - agradeço às palavras gentis do segundo e saiba que o Música Contemporânea é um dos blogs irmãos do J+B.
Abração e valeu pelas presenças e comentários - tomara que o livro não os decepcione.

MJ FALCÃO disse...

Amigo Érico!
Obrigada pela referência que me faz! Só hoje vi no livro e agora no "blog". Vou ausentar-me um pouco mas vou levar o seu livro para ler. Depois escreverei sobre ele!
Grande abraço!
o falcão

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