Amigos do jazz + bossa

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O JAZZ + BOSSA COMPLETA TRÊS ANOS NO AR. PARTICIPE DO NOSSO DESAFIO E GANHE UM DVD!


Caros amigos do Jazz + Bossa,

É com enorme satisfação e uma boa pontinha de orgulho que informo a todos que o blog completa, neste dia 25 de abril de 2012, três anos no ar. Durante esse tempo, fizemos inúmeros amigos no Brasil e pelo mundo, conhecemos um monte de gente bacana e pudemos compartilhar com pessoas maravilhosas o amor pela música e pelo jazz. Portanto, só posso agradecer o carinho e a participação de todos vocês aqui no jazzbarzinho.

E como já é praxe, o Jazz + Bossa lança o seguinte desafio, como parte das comemorações do seu aniversário: a primeira pessoa que acertar três das cinco questões propostas abaixo receberá, em casa e sem qualquer despesa de envio, o excelente dvd, novinho em folha e lacrado, “Milt Jackson And Ray Brown ‘77”, gravado ao vivo no Festival de Montreux.

1 – Qual o nome do livro e do autor de onde foi extraído o excerto abaixo?

“Quando Parker tinha trinta anos, o cenário do jazz devia parecer-lhe uma espécie de salão musical de espelhos, porque todos que pretendiam ser modernos copiavam uma parte do seu estilo em cada instrumento de jazz. ‘L’oeuvre de ce genial improvisateur’, escreve o brilhante André Hodeir, ‘est l’expression la plus parfaite du jazz moderne’. Tal como Louis Armstrong em 1930, Parker dominava o campo todo em 1950. De fato, a amplitude e a riqueza de sua invenção eram tamanhas que decorreram dois estilos mais ou menos opostos da sua maneira de tocar. Nenhum músico até agora teve capacidade para absorver tudo de Parker, muito embora alguns hajam adotado certos aspectos do seu estilo.
Pois Parker possuía a compreensão harmônica e a técnica deslumbrante de Gillespie, e mais um senso rítmico que parece ser mais sofisticado do que o afro-cubano e que contudo permanecia honestamente enquadrado na tradição do jazz. Várias frases melódicas improvisadas por Parker, bem como as mais avançadas harmonias em que elas se baseavam, se tornaram clichês no jazz de 1950; isso ocorreu inclusive nos arranjos das bandas comerciais para dança”.

2 – Quem é o músico que aparece na foto abaixo?



3 – Qual o nome do livro e do autor de onde foi extraído o excerto abaixo?

“Quando o desafio à velha ordem chamado ‘bebop’ surgiu, ninguém, principalmente entre os seus executantes, teria dado crédito à idéia de que era uma proposta comercial. Tratava-se simplesmente de algo revolucionário, aparentemente com uma sonoridade pouco atraente, e tocado, habitualmente, a uma velocidade que não permitia dançar.
O bebop evoluiu de uma forma quase clandestina em meia dúzia de locais. Todos os seus expoentes eram de raça negra e havia uma certa dimensão racial envolvida na experiência. Os músicos negros há muito tempo estavam conscientes de que o seu fraseado – os seus ‘lichs’ e ‘riffs’ – e as suas composições tinham sido apanhadas pelos músicos brancos, e tinham visto essas bandas brancas, muito inferiores, tornarem-se comercialmente bem sucedidas. Um dos objetivos do bebop era criar uma música que o homem branco não pudesse roubar. Embora as origens raciais do jazz nunca tivessem sido completamente determinadas, o facto de o bebop ser uma inovação negra é indesmentível”.

4 – Quem é o músico que aparece na foto abaixo?



5 – Quem é o(a) pianista que toca na faixa postada abaixo?


==========================

A regra é clara: O primeiro que acertar três das questões acima ganha o dvd. Mas a resposta tem que estar totalmente correta, ok? Assim, no caso dos trechos reproduzidos, é necessário que o leitor acerte o nome livro e do respectivo autor para que a questão seja considerada válida. Boa sorte a todos e que comece o desafio!!!!!

57 comentários:

woody disse...

Vishhhhhhhh! Não faço a menor ideia de nenhuma das resposta. O som do piano tem um 'q' de Bill Evans, mas acho que não é ele. Em um dos texto o tradutor, ou autor, usa a palavra 'indesmentível' o que é muito estranho, embora não esteja errada o usual seria: incontestável, inegável ou irrefutável. A última opção do planeta seria 'indesmentível', então se eu tivesse lido esse livro acho me me lembraria só por causa disso.

Bueno, não serei eu o ganhador do DVD, mas vou ficar ligado para saber as respostas.

Abraço,
woody

Érico Cordeiro disse...

Meu caro Woody, prazer em tê-lo por aqui!
Bom, como observador atento, você percebeu uma palavra bem "peculiar", aliada ao "facto" de que o pianista realmente tem um estilo que lembra o nosso grande Evans (será que é o próprio?).
Um grande abraço e obrigado pela força!
Keep swinging!

Guen Yokoyama disse...

Érico, queria estar na festa. Aliás, onde vai ser? Preciso conhecer as tuas terras. Cheguei até la perto (Teresina e Floriano). Faltou pouco.

Anônimo disse...

Rapaz, você caprichou no desafio, hein? Vou dar uns pitacos:
1) Pequena História do Jazz, de Sérgio Porto
2) É a cara do Pee Wee Russell, mas eu não sei se ele também tocava trompete!?!?
3) Confesso que ouvi, de Érico Cordeiro (kkkkkkk)
4) André Tandeta
5) Hazel Scott
Sei que minhas chances são pequenas, mas é bom prestigiar esse blog tão gostoso de ler e de ouvir.
Parabéns e que o barzinho virtual continue no ar por longos anos ainda.
Um abraço do José Carlos Fontinele.

Gatopardo disse...

Felicidades por los 3 años del blog.
Un abrazo

PREDADOR.- disse...

Sustentar um blog de jazz por três anos consecutivos, dentro de um panorama atual hostil e completamente avesso a qualquer tipo de "cultura musical", é tarefa das mais árduas mr.Cordeiro. Parabéns pela sua insistência e perseverança, mostrando sempre um caminho que, queiram ou não, leva-nos a conhecer melhor e entender a verdadeira essência do jazz e da boa música em geral. Não desista, por favor, continue brindando-nos com suas resenhas. Apesar de alguma "desavença musical" entre nós, queremos sinceramente contar com seus conhecimentos, sempre. As divergências existem em todos os meandros da vida e no JAZZ (gosto musical) não será diferente. Quanto ao seu concurso, não vou me atrever a respondê-lo. Primeiro: tenho o DVD a ser sorteado e Segundo: meus conhecimentos são bastante parcos para desvendar todos esses mistérios, digno de um "Sherlock Holmes Jazzístico". Só me atrevo a dizer que, com relação a questão nr.3, o autor do texto só poder ser de Antonio Rogerio Magri, aquele ministro de governo brasileiro, cujo vocabulário era calcado em palavras esdruxulas. "Indesmentível" e digno dele. É isso!!

Edison Junior disse...

Parabéns, amigo Eric! E que esse trabalho continue por muito tempo ainda! Grande abraço!

Betty Gaeta disse...

Oi Érico,
Parabéns pelo aniversário do blog e que venham muitos anos mais!
Eu não tenho conhecimento suficiente para este desafio, bem que gostaria de ter!
Beijos 1000 e um meio de semana maravilhoso para vc.

SORTEIO “Chá do Chapeleiro Maluco”
http://www.gosto-disto.com/2012/04/sorteio-cha-do-chapeleiro-maluco.html

John Lester disse...

Prezado amigo, quem dera pudesse eu participar de tão aquilatado desafio. Prefiro espiar e aprender com os amigos que dão vida ao melhor blog de jazz do Brasil. Grande abraço!

Nota: Conheço o prêmio em DVD: é muito bom.

John Lester disse...

Ah, Mr. Cordeiro, estive ontem com seu tio no Centro da Praia. Ele fez a gentileza de levar o álbum Uma Voz Dentro da Noite, do indesmentível Cauby Peixoto, para que eu ouvisse. Uma beleza!

dade amorim disse...

Érico, te desejo mais décadas desse blog delicioso, onde tenho me deliciado com tanta música boa.
Quanto ao teste, faço que nem o John Lester, tenho mais que aprender :)

Abraço grande.

Érico Cordeiro disse...

Caríssimos amigos Guen, Zé Carlos, Gatopardo, Predador, Edison, Betty, Lester e Dade,
É uma honra e um prazer enorme compartilhar o espaço virtual com pessoas tão bacanas, algumas que conheço há muito tempo, como o Zé Carlos, outras que já tive a honra de conhecer pessoalmente, como os meus Mestres John Lester e Predador (bom, pelo menos foi o que você disse, que estava presente no lançamento em Vitória) e outros que, embora apenas virtualmente, parece que já são meus amigos há muitos anos.
Obrigado pelas presenças, pelas participações, pelas palavras de apoio, pelo carinho e pela generosidade. O blog só existe e faz sentido por causa dos amigos que fiz e continuo fazendo aqui.
Muito obrigado a todos.
Meu caro Guen, a "festa" fica por conta dos ilustres convidados! E qando vier aqui pertinho, dê um pulo em São Luís, ok?
Mr. John Lester, meu tio falou que foi à última reunião do Clube das Terças - ele tá encantado com a coleção do Ken Burns (que realmente é fabulosa).
Quanto ao disco do Cauby, realmente é formidável! Sua sensibilidade musical é, sem dúvida, impressionante!!!!
Zé, infelizmente ainda não foi dessa vez, mas continue tentando, ok?
Mr. Predador, de quem você foi lembrar! Magri!!! Esse é fora de série, uma figura "indeslembrável"! Mas acho que jazz não é muito a praia dele, o pá!
Aliás, que coincidência legal, hoje, aniversário do barzinho também é aniversário da Revolução dos Cravos, que livrou Portugal do Salazarismo.
Um grande abraço a todos e que essa amizade continue a crescer e a se solidificar cada vez mais!

Eduardo Ferreira Moura disse...

Parabéns pelo aniversário do blog! (Quase junto do meu, que é amanhã!) É uma iniciativa muito bacana mesmo, é bom ver iniciativas bacanas fazendo aniversário!

Aí vão meus palpites:

1 - ?
2 - Bill Davison
3 - História Social do Jazz, Erick Hobsbaum
4 - Joe La Barbera
5 - ?

Abraço!

Cordeiro de Faria disse...

Érico,
você que sempre merece muitas homenagens, por esse trabalho maravilhoso que faz; hoje, então, merece TODAS as nossas melhores homenagens. Embora saibamos que, por mais que te parabenizemos neste dia, certamente ainda estaremos muito distantes do tanto que lhe devemos, pela dedicação, pelo zelo e pelo cuidado, com que você trata cada resenha postada aqui, no Jazzbarzinho. São verdadeiros presentes, rigorosamente impagáveis!
Parabéns e muito obrigado! Continue, por favor, com esse trabalho. E, jamais aposente o Jazzbarzinho.
Um grande abraço do tio Faria.

PS. Amanhã, no VIZTA, teremos Dudu Lima Trio, lançando novo Álbum em CD, DVD e VINIL. Com Dudu Lima (Contrabaixo Acústico, elétrico e fretless); Ricardo Itaborahy (Piano, escaleta e vocais) e Leandro Scio (Bateria).

Giovani de Morais e Silva disse...

Parabéns pela conquista, parceiro! 3 anos de sucesso e muita música de qualidade. Que venham mais 3, 30 ou 300 anos...

SENÔ JÚNIOR disse...

Confesso que Ouvi de Érico Cordeiro, Donald Sleet(trompete), Gene Krupa(bateria)George Duke(pianista).

Anônimo disse...

José Carlos Fontinele,

Somente para esclarecer um ponto.

Pequena História do Jazz, de Sérgio Porto, foi copiado palavra por palavra (em mais que sofrivel tradução) de um livro de André Hodeir.

O Brasil é o campeão mundial dos plágios e desonestas e descaradas apropriações como essa.....
É o retrato do Brasil...





1) Pequena História do Jazz, de Sérgio Porto
2) É a cara do Pee Wee Russell, mas eu não sei se ele também tocava trompete!?!?
3) Confesso que ouvi, de Érico Cordeiro (kkkkkkk)
4) André Tandeta
5) Hazel Scott
Sei que minhas chances são pequenas, mas é bom prestigiar esse blog tão gostoso de ler e de ouvir.
Parabéns e que o barzinho virtual continue no ar por longos anos ainda.
Um abraço do José Carlos Fontinele.

25 de abril de 2012 11:20

Érico Cordeiro disse...

Prezados Eduardo, Tio Faria, Giovani, Senô Jr. e Anônimo,
Sejam mais que bem-vindos e muito obrigado pelas palavras fraternas e generosas.
Fico honrado com as presenças e os votos e também tenho o prazer de anunciar que já existem DUAS respostas certas entre aqueles que opinaram no desafio.
Vamos lá, quero muito mandar esse dvd para um dos amigos do barzinho!
Quanto à acusação feita pelo anônimo, li em vários artigos e reportagens sobre o Sérgio Pôrto que ele era um apaixonado pelo jazz e um estudioso da matéria.
Inclusive tem uma foto bem conhecida dele, carregando nos braços e exibindo, com orgulho, dezenas de livros sobre jazz de sua coleção particular.
Se hoje, com a internet, é difícil fazer pesquisa sobre alguns artistas, especialmente aqueles mais obscuros, imagine naquela época.
A Sérgio Pôrto era um grande cronista e um escritor brilhante. Embora eu não conheça essa obra do Hodeir, só de referências feitas por outros escritores, não acredito que o nosso Stanislaw Ponte Preta tenha sido um plagiador.
Eu mesmo colho informações de várias fontes, especialmente livros e sites de jazz, e aqui ou ali pode haver pontos em que uma dessas fontes e o meu texto vão ser muito parecidos, sobretudo quando se descrevem fatos objetivos relacionados com o artista (data e local de nascimento, primeiras gravações, etc.).
Esse argumento de que "o Brasil é o campeão mundial dos plágios e desonestas e descaradas apropriações" é uma generalização bastante perigosa.
Veja-se que muitos compositores e editores norte-americanos se apropriaram de músicas compostas por brasileiros e sequer puseram seus nomes nos créditos, inclusive de músicas de Luiz Gonzaga.
Um fraterno abraço a todos e ao anônimo, peço que se identifique, já que mesmo as opiniões divergentes têm o seu valor e o blog e seus confrades sempre se pautam pelo respeito à opinião alheia, mesmo que esta não coincida com as nossas.

Eduardo Ferreira Moura disse...

Opa, obrigado pela visita lá no blog! Volte sempre! Bem, diante das circunstâncias, vale mudar os palpites?

1 - Pequena História do Jazz -Sérgio Porto
2 - Bill Davison
3 - Confesso que Ouvi - Érico Cordeiro
4 - Joe La Barbera
5 - ?

Que tal? Abração!

Anônimo disse...

LONGA VIDA AO BOSSA + JAZZ + BARATOS OUTROS!

Mr. Érico, não pitacarei. Mas se o trecho do livro incluido no desafio não for escrito por um português, pela quantidade de dicas que deixastes, nem raciocínio lógico mais eu vou considerar ter.

sergio millan

figbatera disse...

PARABÉNS,amigo e mestre, vida longa para vc e o blog; aqui aprendi muito e curti e baixei maravilhosas músicas. Quanto ao desafio, nem ouso arriscar... Só sei que o batera da foto NÂO é o Tandeta.

Gustavo Cunha disse...

salve grande Erico
primeiramente, os Parabéns pelos três anos divulgando o melhor do jazz para nossos ouvidos e para nosso conhecimento, sempre com seus contos e brilhantes resenhas.

quanto ao desafio, realmente vou espiar, nem passo perto de tal sabedoria.
quanto ao audio, que trio espetacular neste desafio !!

um grande abraço, e vida longa !

Érico Cordeiro disse...

Caríssimos Eduardo, Sérgio, Fig e Guzz,
É uma honra tê-los aqui no barzinho.
Obrigado pela força, pela presença, pelo apoio na divulgação do barzinho, enfim, pela preciosa amizade e convivência fraternal!
Bom, o desafio continua como dantes, com duas respostas corretas, apenas.
Mr. Sérgio, já lhe ocorreu que o autor pode não ser luso, mas a tradução sim? (xi, dei uma dica!)
De qualquer forma, boa sorte a todos e não custa tentar - o dvd tá bem aqui na minha mão, doidinho pra chegar na casa de um dos amigos do barzinho!
Abraços a todos!

Maria Cristina Pedroso disse...

Érico,

Meus parabéns pelo 3º Aniversário. Eu continuo por aqui só aprendendo.

Vi que o livro do Sêrgio Pôrto foi questionado assim como o do Jorginho Guinle também foi. Não tenho como avaliar, mas acho difícil.

Mais tarde vou reler o do Sêrgio Pôrto.

Continuo intrigada com uso da palavra "facto".

Sucesso para todos que frequentam essa barzinho que não fecha nunca.

Anônimo disse...

Mr. sam, totalmente fora do assunto mas importante: estou ouvindo agora um outro disco do Dick Farney no auditório d'O Globo, é um com algumas formações trio, quarteto com um monte de feras. Vem a der o Dick "Farney e seu jazz moderno no auditório d'O Globo" 1960. Te mandei o "e sua orquestra no auditório d'O Globo" 1962. E agora? Qual vc queria na verdade?

John Lester disse...

Não há qualquer dúvida de que o trompetista é selvagem! rsrsrs

E este baterista é um barbero! rs


Grande abraço, JL.

John Lester disse...

Se o Eduardo Ferreira Moura tivesse conhecido o pessoal da Miguel Lemos, nº 7, em Copacabana, ele já teria ganho o DVD.

Conceição...

MaJor disse...

Prezado Érico congratulações para seu magnífico blog, 3 anos com excelentes postagens e com presenças maciças de seguidores que abrilhantam
e complementam as postagens. Como diz o mestre Raffaelli - "keep swinging"
Um grande abraço
Mario Jorge

Érico Cordeiro disse...

Caríssimos amigos Cristina, Sérgio, Lester e MaJor,
Sejam mais que bem-vindos!
À primeira, digo que essas acusações sobre plágio realmente são meio complicadas, pois existem coisas que o autor de um texto de jazz não pode fugir: data de nascimento do artista, cm quem gravou, quando foram as suas primeiras gravações, suas influências - isso torna os textos, por vezes, muito parecidos, fora que as fontes, os grandes clássicos da literatura jazzístca, permanecem como fonte de consulta permanente!
Mr. Sérgio, acho que o disco que eu queria era esse "Farney e seu jazz moderno no auditório d'O Globo", com pequenas formações e onde dá pra ouvir com mais apuro o piano do grande Farney. Mas não tem problema, o outro também é muito bom e qualquer hora dessas eu faço uma nova Recomenda, ok?
Mr. Lester, é o que eu sempre digo: quem segue seus conselhos está num excelente caminho. Um abraço no pessoal do clube das terças, especialmente no João Luiz, no Grijó, no Coimbra, no Paulinho, no meu tio Frutuoso, no Achiamé, no Chico Brhama e no Moa.
Meu caro MaJor, cujo Glossário é obra de cabeceira e consulta permanente deste escriba, muito obrigado pelo apoio e pelas palavras sempre generosas.
Um fraterno abraço a todos e esperemos que os amigos se entusiasmem e participem do desafio!

John Lester disse...

Prezado Mr. Cordeiro, sinto informar que nosso amigo Moa partiu desta para melhor, assim como seu irmão Ara. Quem diria?

Grande abraço, JL.

Érico Cordeiro disse...

E a peixaria da família? Quem estar tomando conta do lojinha?

Sergio disse...

Seu mr. érico, enquanto o sr. juiz, quebra a cabeça dos frequentadores do barzin com um desafio para encclopédicos, te mandei uma dáuvida sobre um super-standard conhecidíssimo q não consigo lembrar qual a música e a quem pertence. Please, d uma chegadinha lá e me mata essa curiosidade.

O tasquin de faixa de uns 30 segundos q te mandei, está lá como citação dentro de outro standard, de quebra, talvez (e só talvez) te apresente, mais um excelente saxofonista moderno, chamado Ron Holloway.

Grato.

Érico Cordeiro disse...

Tô passando lá.
Pô, mas tá tão difícil assim?
Duas perguntas já foram respondidas. Tem uma que o Lester deu um monte de dicas...
Não sei porque a rapaziada não tá a fim de arriscar...

Felisberto Junior disse...

Olá!Bom dia!
Tudo bem?
...nossa!Sinceramente! Nem vou arriscar...Nada de nada! Poderia até pesquisar, rsrs, mas, sei que esta não é a intenção do seu "concurso".Valeu pelo carinho do compartilhamento...e parabéns pelo niver de 3 anos do blog!
Boa quinta!
Abraços

Érico Cordeiro disse...

Meu caro Felisberto,
Prazer em tê-lo a bordo!
Mas não custa nada arriscar - e pesquisar também vale, ok?
Obrigado pelos votos e um fraterno abraço!

Sergio disse...

Seu san, agora q mataste minha curiosidade - e me deixastes mais cônscio de minha exímia ignorância (claro q a culpa né tua) mas não ligar a tal citação a Ornithology do Parker é de matá papai de reiva da própria falta de memória... Enfim, vamos ao que descobri do sax tenor Ron Halloway: o cara está mais próximo da escola Maceo Parker, pq, como Maceo, Halloway trabalhou direto com outro master-class da soul music, Gil Scott-Heron - falecido, o Heron, até onde me lembra o Google, ano passado. Deixei agora a faixa completa (de How High The Moon onde está a citação de Ornithology), lá no seu emeio.

Este álbum do Halloway é misto de jazz bebop reto com algumas faixas à soul music. Conta com a participação do Scott Heron, e até, na última faixa, um hiphopzinho para não negar as raízes do fantástico saxofonista. Como nossos gostos se equivalem, vc vai amar o que é bop no álbum e aceitar o que não é. Mas vale a pena tê-lo, se encontrar a bom preço, um exemplar original na estante.

Boa audição. E obrigado.

Érico Cordeiro disse...

Vou dar uma conferida, seu San!
Na verdade, só lembrei que a faixa era Ornithology (tava em dúvida), por causa de uma versão do Anthony Braxon, onde ele usa um saxofone baixo (é um monstrengo gigante, maior que o barítono).
Vou dar uma sacada no Holloway com carinho, ok?
Abraço!

Hector Aguilera S. disse...

Felicitaciones caro Erico por este tercer aniversario de tu excelente y documentado blog.
Un cariñoso saludo.

Érico Cordeiro disse...

Hola, Hector,
Bienvenido e gracias!
Um fraterno abraço diretamente do Brasil!

José Domingos Raffaelli disse...

Dear Gran Master Boss Érico,

É com grande atraso (mais uma vez estive ausente uma semana devido a problemas de saúde), desculpando-me por mais essa grande falha, que felicito-o calorosamente pelos maravilhosos "três anos a serviço do melhor jazz" e que, como o chama, o seu barzinho continue a brindar-nos com suas valiosas análises da melhor música do mundo.

Há pouco enviei-lhe a matéria sobre clifford Brown, que não seguira num email anterior.

Grande abraço e keep swinging,
Raffaelli


P.S. Um adendo em relação ao livro de jazz de Sérgio Porto. O referido anônimo aludiu Sérgio haver cópiado palavra por palavra o texto de um livro de André Hodeir. Embora isso possa causar-lhes espanto e revolta, o anônimo está certo em sua afirmação. Lembro muito bem que, na época,
o fato causou enorme celeuma porque foi publicado, difundido e comprovado por uma revista local. Inclusive, como o livro fora editado pelo Ministério da Educação e Cultura, o então ministro quis retirá-lo de circulação, mas creio que jamais o fez.

Keep swinging,
Raffaelli

Érico Cordeiro disse...

Caríssimo Mestre Raffaelli,
Sua presença aqui é sempre motivo de alrgria, não apenas a este modesto graçom, mas a todos os clientes do barzinho.
Obrigado por suas palavras generosas e nem preciso me estender muito ao dizer que me espelho, sempre, em sua trajetória de pesquisador incansável e grande amante do jazz!
Um fraterno abraço - e quanto aos esclarecimentos sobre o livro do Sérgio Pôrto, é realmente algo bastante constrangedor. Uma pena, pois além de ser um escritor talentosíssimo, ele também era um grande apaixonado pelo jazz.
Um fraterno abraço!

Hélcio de Oliveira Cipriano disse...

Grande Érico,
Sou visitante regular do seu blog mas acho que nunca postei nem um comentário.
Gostaria de congratulá-lo pela iniciativa de levar o jazz a um grande número de internautas.
Gosto, especialmente, de suas resenhas sobre artistas pouco conhecidos pois nos incentivam a buscar vídeos e tentar conhecer mais um pouco de suas obras.
Parabéns pelo aniversário do blog e pra não dizer que não tentei, aí vão meus palpites:
1) Jazz, de André Francis
2) Harry James
3) Pequena História do Jazz, de Sérgio Porto
4) Joe La Barbera
5) Bill Evans
Um forte abraço.

Sergio disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sergio disse...

Mr. Mestre, ontem vi a matéria do Nelsin Motta sobre On The Road (o filme) do Kerouac. Recomendo que ponhas uma chamadinha aqui no Jazz + Bossa, pq, deve ter muita gente (q cá frequenta) q quer saber mais sobre jazz ou, o que é melhor, sentir o clima daquela época efervescente, quando o bebop bombava. Aliás, nada melhor que um bom filme pra despertar, mais q interesse, o tesão mesmo pelo gênero. Se o filme for bom, é o que vai acontecer pra muita gente. To certo?

A preguiça, a pouca freqüência e a DMCA na minha cola, não me animam muito a postar álbuns que soem na atmosfera do filme. Mas até aquela dúvida que me tiraste de Ornithology, me (e)levou pro clima de On The Road – acho que o tema do Parker tem grande importância na história, se é que não seja Ornithology a música que abre o filme.

Li o livro e me lembro quase a data do acontecimento. Infelizmente, não pelo livro, pq tinha só 24 anos à época e li pq muito provavelmente em 1984, o livro voltou à baila. Mas não tinha cabeça pra entender direito nas profundas. De qualquer maneira gostei muito do que li, isso lembro. Daí que tou afins de ler de novo e ver tbm, craro. Ainda mais agora que o jazz é minha praia, a caipirinha e a rede, amarrada em dois coquerin...

Tem mais q tou prolixo: Redescobri Lighthouse All-Stars! O At Laguna 1955, é um discaço! E tudo a ver com o clima do filme. Outro cara q cheira a Kerouac é Sahib Shihab. Deste último sei q fez postagem, mas sobre Howard Rumsey e o Lighthouse - a casa de Hermosa Beach e a banda All-Stars – até agora nada. Isso deve render ótima história... Ou seja:::: Vamo trabalhá mr. Sam!

Rsrsrs brincadeirinha.

Érico Cordeiro disse...

Caros Hélcio e Sérgio,
Ao primeiro, dou um seja bem-vindo todo especial e agradeço as palavras generosas. Não se "avexe" e fique à vontade aqui no barzinho, viu? É sempre bom fazer novos amigos.
Ao segundo, gostei das dicas - vou procurar um trailer do filme e pôr aqui no blog.
Também li o Pé na estrada, realmente é daqueles livros fundamentais - ele me ajudou muito a encarar o jazz não apenas como um estilo musical, mas um estilo de vida, um chamado à liberdade.
Quanto ao Howard Rumsey, tenho dois álbuns dos Lighthouse All-Stars. Ótima sugestão e em breve ele pinta por aqui, viu?
Em breve em termos, porque antes dele pinta um monte de gente bacanuda, como Sam Noto, Charlie Persip, Jimmy Giuffre, J. J. Johnson, René Thomas e outros.
Abraços fraternos aos dois.
PS.: Meu caro Hélcio, ainda não foi dessa vez. Mas não desanime, viu? Você acertou uma das cinco perguntas.
Até agora já temos duas respostas corretas. E vou dar mais uma dica, além das que o Lester deu sobre o pianista.
O nome Baiúca lembra alguma coisa aos amigos jazzófilos?

beauvoiriana disse...

1 - ?
2 - Bill Davison
3 - ?
4 - Joe La Barbera
5 - Moacyr Peixoto

Érico Cordeiro disse...

HABEMUS VENCEDORA!
Gostei de ver!
A minha amiga Beauvoiriana, fã de Diana Krall e minha companheira de Tweeter acaba de ganhar o DVD “Milt Jackson And Ray Brown ‘77”, gravado ao vivo no Festival de Montreux.
Parabéns!!!!!
Se o bichinho não saísse hoje, eu ia dar mais uma dica sobre o pianista.
Bom, acho que os amigos também estão curiosos acerca das citações, não é mesmo?
Então lá vai:
A primeira delas é do livro A HISTÓRIA DO JAZZ, de MARSHALL STEARNS (Ed. Martins). A segunda, tirei do livro O MUNDO DO JAZZ, de JIM GODBOLT (uma edição portuguesa da Ed. Afrontamento, daí o uso de termos como "facto" e "indesmentível").
Para os mais preciosistas :-) depois eu informo o número das respectivas páginas - é que minha biblioteca está dividida em três "casas" - parte aqui em casa, parte na casa da minha mãe e parte em Pinheiro (onde estão quase todos os meus livros sobre jazz, inclusive os citados).
Parabéns querida! Mantenhamos contato aqui ou pelo tweeter, ok?
Palmas pra ela!!!!

Érico Cordeiro disse...

PS.: O disco do pianista Moacyr Peixoto é "Um piano dentro da noite" (aqui tem mais detalhes e foto da capa: http://www.bossa.net/eldorado/002338.html). O Lester deu um monte de dicas e eu também - o tal "Moa", irmão do "Ara", além de ter falado no Cauby, irmão mais célebre do Moacyr. O tema é "I've Got a Crush on You", dos irmãos Gershwin.
Obrigado a todos pela participação e ano que vem tem mais!

beauvoiriana disse...

Estou muito feliz por ter vencido o desafio! E tenho que agradecer às dicas do Lester, porque elas me ajudaram a decifrar o enigma! Obrigada!

Anônimo disse...

Ah, então eu colaborei pro desafio. O disco "Um piano dentro da noite" foi este sônico aqui q te mandou... e tipo o último de última hora, o que não estava na lista de pedidos, pra cumprir a tabela dos "de cortesia". Mas agora revendo a capa, vejo que o baixista é um certo Carlinhos Monjardim, certo? Então me diga, amado mestre, seria ele um contraparente da Maysa?

Andre Tandeta disse...

Parabens , Erico ! Bastante atrasado mas muito feliz de ver que o blog continua a movimentar a truma que gosta e sabe o que é bom. Muitos anos de vida . Eu ando meio desaparecido daqui ,do Lester e do CJUB mas , como dizem por ai, quem é vivo sempre a aparece.
Como fui citado por alguns como senod o baterista da foto do teste devo dizer que foi com grande alivio ver que a maioria sabe que esse ai é um realmente GRANDE baterista de jazz. Acho que agora não tem mais importancia mas não vou dizer quem é, ja esta mais do que dito. E aqui vai uma critica(pra não perder a viagem) e sugestão. Os testes sobre conhecimentos jazzisticos na minha opinião deveriam ser como o "blindfold test " da DownBeat : somente musica, som , quem reconhecesse o musico ,a musica, o disco etc DE OUVIDO seria o ganhador. Penso que saber quem esta na foto ou quem escreveu tal trecho não ondica que tal pessoa tenha realmente mergulhado no jazz e absorvido aquilo que é a materia prima : a musica ,o som.
Abraço

Érico Cordeiro disse...

Caríssim@s Regina, Sérgio e Tandeta.
À primeira, renovo os meus parabéns e a alegria de compartilhar da sua amizada, mesmo que apenas virtualmente. Pra quem não sabe - mas pode acompanhar os textos pelo tweeter a Regina é uma pessoa pra lá de especial, inteligente e com um texto afiadíssimo. É sempre um prazer lê-la e, sobretudo, tê-la aqui no barzinho.
Pois é Mr. Sérgio, pô, quase que eu dizia que a música tava num dos cds que vc me mandou, caramba!
Mestre Tandeta, é uma honra recebê-lo aqui, depois de um longo período de abstinência :-)
Compará-lo ao Joe La Barbera não é nenhum exagero e quem puder pode assistir às apresentações do seu trio aí no Rio ou ouvi-lo nos discos do Victor Biglione e do Ricardo Silveira. Quanto à dica, fica registrada, ok? Mas acho esse formato mais democrátiico, porque nem todos tem "ouvidos privilegiados como o seu" :-) Mas eu fiquei impressionado mesmo foi com o Lester, que matou de prima! Caramba!
Grande e fraterno abraço aos três!

Andre Tandeta disse...

Mr. Lester is in a class by himself.

Érico Cordeiro disse...

Sure!!!!! :-)

Anônimo disse...

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